A FONTE BATISMAL COMO MONUMENTO DA RECORDAÇÃO QUE SOMOS FILHOS DE DEUS A SERVIÇO DO REINO
Kátia Pezzin*
Um pouco de história e simbolismo
No tempo dos apóstolos e do próprio Jesus, o batismo era realizado nos rios ou em fontes, como podemos conferir em uma das passagens da Sagrada Escritura: “E mandou parar a carruagem. Desceram ambos à água, Filipe e o eunuco. E Filipe o batizou”. (At 8,38). Com a prosperidade da Igreja nos séculos II e III, encontramos lugares fixos para a celebração do rito da fração do pão, como era chamada a celebração eucarística. Essas casas, as Domus Ecclesiae, eram adaptadas à Igreja nascente, onde as comunidades cristãs se reuniam. Havia vários espaços na Casa da Igreja designados para a iniciação cristã, o batismo e a fração do pão. A mais conhecida delas era em Dura Europos, na Síria, construída no ano 250, onde a sala destinada ao batismo era ornada com iconografias referente aos ensinamentos e milagres de Jesus (MORAES, 2009, p. 27.151).
A partir do início do século III, encontramos referencias de construções próprias para o batistério, pois o batismo havia se tornado um rito primordial na vida dos cristãos, a porta de entrada para a vida da Igreja (MORAES, 2009, p.151).
Nas basílicas romanas, os batistérios foram construídos em uma edificação separada da igreja, mas em harmonia e interligados com esta. A planta do batistério e das piscinas batismais, poderiam ser circulares, fazendo memória ao crescimento da Igreja pela Terra, oitavadas lembrando o “oitavo dia” da nova criação em Cristo ou quadrada, hexagonal e em cruz grega. As piscinas eram construídas para favorecer o batismo por imersão (GABRIEL, 2007, p.151). Esses batistérios, projetados para imersão, eram verdadeiras obras de arte em sua unidade simbólica para a celebração do batismo e ao mesmo tempo para catequisar no sacramento. Usavam variados símbolos referentes ao sacramento do batismo para ornar as paredes e frequentemente dedicados a São João Batista. São famosos os batistérios de Ravena, Pisa e São João de Latrão (ALDAZÁBAL, 2013, p. 56).
Com o batismo por efusão no Ocidente, a partir do século IX, não foi mais necessário a construção das piscinas batismais, pois então, com o batismo de crianças, passou-se a usar as conchas batismais ou pias, em geral dentro da igreja, próximo da entrada principal (DIONÍSIO, 2010, p.76).
O simbolismo da pia batismal é relacionado ao de um “caldeirão” das lendas celtas: o banho da purificação e do fortalecimento, o ingresso a uma dignidade nova e o nascimento de um novo ser. A pia ou fonte batismal é um símbolo de regeneração, é uma das diversas imagens que se relaciona os ritos de passagem, à iniciação que inaugura num mundo superior. Usualmente colocada sobre um pilar central que simboliza o eixo do mundo, ou sobre quatro colunas, fazendo referência aos 4 pontos cardeais e a totalidade do universo ou 4 colunas lembrando os 4 evangelistas e a totalidade da revelação (CHEVALIER, 2019, p. 716).
Atualmente, em muitas de nossas paróquias o espaço do batismo foi sendo simplificado ou até mesmo eliminado e reduzido a uma simples bacia.
Teologia do batismo
“Então vieram até ele Jerusalém, toda a Judéia, e toda a região circunvizinha ao Jordão. E eram por ele batizados no Rio Jordão, confessando os seus pecados” (Mt 3,5-6), assim falavam de João Batista no deserto. O batismo de João, era chamado rito de imersão, é símbolo de purificação e de renovação, conhecido nos meios essênios, no judaísmo e em suas seitas e outras religiões que o associavam à ritos de passagem, nascimento e morte. Mas o que distinguia o batismo de João dos outros ritos de imersão é que o batismo de João tinha um aspecto escatológico e moral, não tinha uma objetividade ritual. Em João, eram batizados àqueles que aguardavam vigilantes a vinda do Messias e que já se antecipavam a inaugurar sua comunidade (CHEVALIER, 2019, p. 716).
Ser batizado para os cristãos, expressa a nossa participação e comunhão na morte e Ressurreição de Jesus Cristo, como nos fala a Carta aos Romanos: “Ou não sabeis que todos os que fomos batizados em Cristo Jesus, é na sua morte que fomos batizados?” (Rm 6, 3-11). A palavra batismo tem origem no termo grego baptô, baptzô, significando um duplo sentido, entrar nas águas, submergir e ser sepultado com Cristo e depois, sair das águas, emergir, ser salvo e ressuscitar com ele, morrer e nascer com Cristo (BUYST, 2000, p.9-10).
E o importante desse mistério, que é o próprio Cristo quem batiza. Cristo está presente na sua Igreja nos ministérios e na pessoa que batiza, como nos fala a Sacrosanctum Concilium 07: “Para realizar tão grande obra, Cristo está presente em sua Igreja, e especialmente nas ações litúrgicas... Ele está presente pela sua virtude nos sacramentos, de tal modo que, quando alguém batiza, é o próprio Cristo quem batiza” (CONSTITUIÇÃO, 2012, p. 24).
O batismo na água foi escolhido pela comunidade da época apostólica como o sinal sacramental de inserção na Igreja e na comunidade do Ressuscitado. Pelo batismo adquiria-se a salvação em Cristo, a nova vida pela água e pelo espírito, como nos fala em João 3,5: “Em verdade, em verdade, te digo: quem não nascer de novo não pode ver o Reino de Deus”. Nos Atos dos Apóstolos ocorrem passagens da iniciação cristã com pregações e conversão da fé, seguidas pelo batismo. A salvação é trinitária e cristocêntrica e as fórmulas nas passagens das sagradas escrituras revelam: “batismo no nome de Jesus Cristo” (At 10,48), “batismo em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo” (Mt 28,19) (ALDAZÁBAL, 2013, p.54).
O batismo nos torna membros do corpo de Cristo como nos fala a Carta aos Coríntios (12, 13) e nos envia a uma missão humanitária de compromisso de mudança de vida pessoal, comunitária e social (cf. BUYST, 2000, p.9-10).
Dom Odo Casel, em uma de suas grandes obras, se refere às palavras de Santo Agostinho dizendo que cada cristão pode ser chamado de “Cristo”: “Rendamos graças e alegremo-nos com aquilo que nos tornamos, não somente cristãos, mas Cristo”. E faz referência também ao que Metódio de Olimpo escreve no Banquete das dez virgens: “A Igreja é como uma mulher grávida que está sempre em trabalho até que chega o momento em que Cristo toma forma em nós, Cristo nasce em nós, a fim de que cada um dos santos, pela participação em Cristo, torna-se Cristo”. Essas indicações para chegar ao ponto principal do tema de como seria essa participação e como nos tornaríamos membros de Cristo. “Essa participação é obra da graça e da predestinação divina”, nos fala Dom Odo, e continua dizendo que, “é sobre essa graça que repousa o princípio da primeira caminhada no caminho da salvação: a fé”. Mas não é ela que nos incorpora a Cristo, como às vezes podemos pensar, e sim o mistério do batismo, é ele que nos incorpora ao Corpo místico de Cristo, mencionado anteriormente na Carta aos Coríntios (CASEL, 2009, p. 26).
O lugar da fonte pós Concílio Vaticano II
Atualmente, em muitas igrejas, temos visto a localização da fonte batismal de várias formas. Uma delas é próximo da entrada principal, podendo ser em uma capela ou em um local reservado próximo à porta de entrada. Esse simbolismo reflete bem o sentido do sacramento do batismo, pois para fazer parte da comunidade e participar da liturgia, é necessário atravessar às águas do renascimento em Cristo e no Espírito. É uma bela lembrança também, pois todas as vezes que entrarmos na igreja, recordamos nosso santo batismo, nossa iniciação na vida cristã. Essa fonte pode estar sempre com água para que a comunidade faça o sinal da cruz ao entrar na igreja. Em outros casos, a fonte se localiza de uma forma mais visível para a comunidade, mais à frente, próxima ao presbitério, para facilitar a participação da comunidade na acolhida e iniciação de seus novos membros (BUYST, 2002, p.127).
Os espaços deveriam falar por si só, principalmente o lugar ou capela do batismo, devido à riqueza simbólica de sinais que esse sacramento possui. Mas infelizmente, muitas vezes, isso não acontece em nossas igrejas. O pensamento ocidental é de que a palavra e o discurso podem substituir os símbolos, mas, os sentidos no espaço sagrado, aquilo que vemos, admiramos, sentimos e tocamos, nos unem ao mistério celebrado, é um conjunto de sentimentos, que em harmonia com a liturgia nos faz mais próximos e participantes do sacramento do batismo.
Devemos lembrar, que no batismo há um mistério a ser expresso: o batismo é um ato eclesial comunitário, a porta de entrada para a Igreja, a fonte de água viva, a passagem da morte para vida em Cristo, participação na vida de Deus, morte e vitória sobre o pecado e é o primeiro passo da iniciação. Para isso, requer projetar com todo cuidado o espaço batismal, para que seja realizado tão grande sacramento, pois a beleza e a arte também evangelizam em conjunto com a liturgia. Para isso, precisamos que o espaço do batismo seja iluminado, amplo para a celebração comunitária, com afrescos ou mosaicos que nos recordam os símbolos batismais, como, por exemplo, o batismo de Jesus no Rio Jordão, o Bom Pastor, Rios do paraíso, ícone de Cristo ou da Virgem Maria ou Cristo saindo do sepulcro. Sua localização poderá ser próxima da entrada ou em uma capela lateral de forma que possa realmente demonstrar o verdadeiro significado desse sacramento como citado anteriormente pela outra autora. Se for colocado próximo ao presbitério, para facilitar a participação comunitária, o projeto deverá ter o cuidado de distingui-lo do mesmo e do lugar da celebração (BOROBIO, 2010, p. 81-82). E não podemos esquecer a presença do círio pascal ao lado da pia batismal, símbolo de Cristo ressuscitado, que deverá estar aceso para que os novos batizados possam acender suas velas (ALDAZÁBAL, 2013, p.82).
O autor Francisco Figueiredo nos recorda uma orientação do Ritual de Bençãos sobre a localização do lugar do batismo, “deve estar disposto de tal modo que fique bem clara a conexão do batismo com a Palavra de Deus e com a Eucaristia”. E ainda cita Basílio de Cesaréia,
A fé e o batismo são meios da salvação e estão unidos um ao outro de forma indissociável. Porque, se a fé encontra sua perfeição no batismo, o batismo por sua vez, se funda sobre a fé. Os dois recebem sua perfeição dos mesmos atributos divinos... A profissão de fé que conduz a salvação vem primeiro, e o batismo que sela nossa adesão vem depois.
O vínculo espacial entre os três monumentos pascais no espaço da igreja, altar, ambão e sédia, devem recordar sempre a unidade entre eles (MORAES, 2009, p. 153).
O batizado e sua missão na igreja
“O santo Batismo é o fundamento de toda vida cristã, a porta da vida no espírito... por ele somos libertados do pecado e regenerados como filhos de Deus, tornamo-nos membros de Cristo, somos incorporados à Igreja e feitos participantes de sua missão” (CATECISMO,1999, p. 340). Através dele e unidos aos nossos irmãos seguimos em caminhada para servir a Santa Igreja Católica levando a mensagem de esperança, paz e justiça a todas as criaturas. Cipriano Vagaggini, monge beneditino, também menciona o capítulo 6 da Carta aos Romanos em sua obra, resumindo o tema da missão na seguinte frase, “Que o batismo seja um sinal de compromisso no qual o fiel se obriga a viver todo o resto da vida como exige o novo estado” (VAGAGGINI, 2000, p. 88).
Dessa forma, “o batismo pressupõe a fé da parte de quem o procura para o seguimento de Jesus Cristo como membro vivo do seu corpo, que é a Igreja. Por esse sacramento, somos configurados a Cristo Morto e Ressuscitado” (1 Cor 15,22ss) (DIRETÓRIO, 2010, p. 37). Incorporados à Igreja, Corpo de Cristo, “os batizados tornaram-se “pedras vivas” para a construção de um “edifício espiritual, para um sacerdócio santo” (CIC, n. 1268). “Tornados filhos de Deus pela regeneração batismal, são obrigados a professar diante dos homens a fé que pela Igreja receberam de Deus e a participar da atividade apostólica e missionária do povo de Deus” (CIC, n.1270). “O selo batismal capacita e compromete os cristãos a servirem a Deus em uma participação viva na Sagrada Liturgia da Igreja e a exercerem seu sacerdócio batismal pelo testemunho de uma vida santa e de uma caridade eficaz” (CIC, n.1274). Pelo batismo somos enviados em missão, a uma vida constante de serviço e testemunha de vida como família cristã, pregando aquilo que Jesus nos deixou de mais precioso, o amor, a caridade e a misericórdia através das obras, como na parábola do bom samaritano, (Lc,25-37), “Vai, e também tu, faze o mesmo”.
Dom Odo nos fala que, “Devemos tomar parte na obra redentora do Cristo de maneira viva e ativa”, sendo que, uma parte será passiva, pois Cristo age em nós e uma outra ativa, pois estamos sempre prontos em ação. Deus opera em nós, opus operatum e espera de nós uma cooperação, opus operantis na Graça de Deus (CASEL, 2009, p. 27). Quem recebe o dom de Cristo se torna um doador, quem nele crê, se transfigura em fonte, rio de água viva (MORAES, 2009, p. 155).
A fonte batismal como memória do nosso batismo
Muitos ainda guardam suas vestes batismais, a vela ou a toalha, belas fotos de recordação, a lembrança da paróquia, mas para muitos encontrar com a fonte ou pia batismal tem um significado marcante nessas lembranças. A fonte como monumento pascal deve dignificar essa lembrança, fazendo dela uma real memória, tanto para o batizado, como para a vida em comunidade. Ao entramos na igreja onde fomos batizados, podemos recordar o nosso santo batismo através dos sinais sensíveis, a fonte batismal, a capela ornada decorosamente com os sinais sacramentais e a própria presença viva da comunidade de fé. Isso tudo nos traz essa memória (MORAES, 2009, p. 150).
A capela do batismo da Catedral de Colatina
“Aqui se abre a porta da vida do Espírito, que é a porta da vida da Igreja para aqueles a que se fechara a porta do paraíso” (RITUAL, 1990, p. 317). O batismo é o primeiro sacramento da vida do Cristão, e como o Ritual já nos fala, ele é a porta de entrada para a vida espiritual na Igreja. Também o catecismo da Igreja Católica nos dá a mesma indicação, “Com efeito, os sacramentos, e sobretudo o Batismo, que é a porta pela qual se entra na Igreja, são igualmente vínculos sagrados que os unem a todos e os incorporam a Jesus Cristo” (CIC, n. 950). Seguindo essa orientação simbólica, no projeto de adequação litúrgica da Catedral, a capela ocupou o lugar de acolhida, o mais próximo da porta de entrada da igreja. Uma capela em unidade com a palavra e eucaristia, aberta para a nave da igreja, visível por toda a assembleia litúrgica, Corpo de Cristo e integrada ao conjunto arquitetônico, para que a comunidade possa acolher seus novos membros como nos inspira a Benção da fonte batismal, “Não importa a diversidade de suas origens e condições, pois um só é o banho de vida que os irmana; que o amor, Senhor, revele os irmãos e a concórdia faça conhecer os concidadãos” (RITUAL,1990, p. 317).
Para o projeto, criou-se uma arquitetura e iconografia próprias do batismo, evidenciando e sem descaracterizar, a pia batismal original da década de 50, projetada pelo arquiteto paulista Benedito Calixto. Para o piso foi pensado um desenho bem orgânico, contemporâneo, diferenciando-se do design elaborado da pia, marcando épocas e fazendo referência as águas do batismo de Cristo e recordando os tempos apostólicos dos batismos por imersão no Rio Jordão. A iconografia escolhida para a pintura parietal foi do batismo de Jesus, emoldurada dentro de um arco pleno que harmoniza com a arquitetura da Catedral. Na capela batismal, foi contemplado o lugar dos santos óleos, com nicho próprio dentro do painel de madeira e o círio pascal, como nos orientam os documentos da igreja. A capela batismal é o lugar do Círio Pascal após o tempo da Páscoa, memória do batismo como iluminação (MORAES, 2009, p. 154). A capela do batismo próxima à porta da igreja nos acolhe como cristãos, membros do Corpo de Cristo e nos traz a recordação do nosso santo batismo e nossa condição de filhos de Deus, “Sejam filhos que refletem a imagem da bondade paterna discípulos que guardam fielmente a palavra do Mestre, moradas que ressoam a vós do Espírito Santo” (RITUAL,1990, p.317). E nos convida e convoca a fidelidade ao projeto do Pai, no seguimento de Cristo, a sermos evangelizadores e anunciadores da boa notícia: “Sejam testemunhas do Evangelho, cultores da justiça; espalhem o espírito de Cristo pela cidade temporal que habitam, até o dia em que mereçam ser admitidos como cidadãos da Jerusalém eterna” (RITUAL,1990, p. 317).
Referências
ARQUIDIOCESE DE VITÓRIA DO ESPÍRITO SANTO. DIRETÓRIO Pastoral, Litúrgico-Sacramental e Ministerial, 2010.
ALDAZÁBAL, José. Vocabulário Básico de Liturgia. 1.ed. São Paulo: Paulinas, 2013.
BÍBLIA DE JERUSALÉM. São Paulo: Paulus, 2002.
BOROBIO, Dionisio. A dimensão estética da liturgia: arte sagrada e espaços para a celebração. 1. ed. São Paulo: Paulus, 2010
BUYST, Ione. Celebrar com símbolos. 2.ed. São Paulo: Paulinas, 2002.
BUYST, Ione. Símbolos na liturgia. 3.ed. São Paulo: Paulinas, 2000.
CASEL, Odo. O mistério do culto no cristianismo. 2.Ed. São Paulo: Loyola, 2009.
CATECISMO da Igreja Católica. 9.ed. São Paulo: Loyola,1999.
CHEVALIER, Jean. Dicionário de Símbolos. 33.ed. Rio de Janeiro: José Olypio, 2019.
CONSTITUIÇÃO Sacrosanctum Concilium. Texto e comentários Alberto Beckhäuser. 1.ed. São Paulo: Paulinas, 2012.
FRADE, Gabriel. Arquitetura Sagrada no Brasil. Sua evolução até às vésperas do Concílio Vaticano ll. 1.ed. São Paulo: Loyola, 2007.
MORAES, Francisco Figueiredo. O espaço do culto à imagem da Igreja. 1.ed. São Paulo: Loyola, 2009.
RITUAL de Bênçãos. Benção da Fonte Batismal. 1.ed. São Paulo: Paulus, 1990.
VAGAGGINI, Cipriano. O sentido teológico da liturgia. São Paulo: Loyola, 2009.
*Kátia Pezzin, Arquiteta e urbanista pela Universidade Federal do Espírito Santo (1992) e Especialista em Espaço litúrgico, Arquitetura e Arte Sacra pela Universidade Salesiana de São Paulo UNISAL – Pio XI (2020). Atuante na área de arquitetura sacra desde 1996. Membro da Comissão de Arte Sacra da Arquidiocese de Vitória desde 2001 e atuante na Paróquia Sagrada Família da Arquidiocese de Vitória como Ministra extraordinária da Sagrada Comunhão e coordenadora da equipe de liturgia. Foi membro da Comissão de Bens Culturais do Regional Leste II.
Foto: Capela do batismo da Catedral de Colatina – Foto Tatiana Paula Pezzin ano 2021