DURANTE A CONSAGRAÇÃO, ELEVAÇÃO OU OSTENSÃO/APRESENTAÇÃO DA HÓSTIA E DO CÁLICE? UMA QUESTÃO DE ARS CELEBRANDI
Dom Jerônimo Pereira, osb*
A solenidade de Corpus Christi é a festa, por excelência, da elevação eucarística, em todos os sentidos. Todavia, todos os dias durante a Oração Eucarística (OE) ao menos duas vezes o sacerdote suspende/levanta os elementos eucaristizados: durante a narrativa da ceia e consagração e durante a doxologia final. No primeiro caso o Missal Romano (MR), III edição típica latina III (2008), usa o verbo “ostendere” que se traduz por expor, estender diante, exibir, mostrar, apresentar, fazer ver, dar a conhecer, pôr diante dos olhos; no segundo caso usa o verbo “elevare”, que se traduz por levantar, elevar, erguer. Uma questão de “ars celebrandi”. É muito comum observar que ordinariamente quem preside não distingue ritualmente os gestos, como também habitualmente o gesto de ostensão é chamado de elevação. Entretanto, o primeiro caso indica que existe uma implicação objetiva: mostrar alguma coisa a alguém, nesse caso específico, a hóstia e o cálice à assembleia, o que exige do sacerdote um movimento horizontal (para a frente, em vista da assembleia, que é a destinatária do gesto) e não vertical (para cima); o segundo caso, ao contrário, não está para a visão (da assembleia), mas para a “actio”, cujo destinatário é o Pai, para quem se tem os corações e os olhos elevados todo o tempo da OE, o que exige um movimento vertical (para cima), não horizontal ou mediano.
No fim da Idade Média e ao longo de toda a Idade Moderna, a incompreensão ritual provocada pelo longo período de verdadeira remoção do rito do âmbito teológico, e pela desconsideração da liturgia como “locus theologicus”, associada à ruptura da Escolástica com o método patrístico-mistagógico, impulsionou à leitura alegórica das mais variadas sequências rituais da celebração eucarística, desconfigurando o rito da ostensão, já nascido em ambiente muito devocional entre os séculos XII e XIII.
Depois da promulgação do “Motu proprio Summorum Pontificum”, no ano de 2007 pelo então papa Ratzinger, disseminou-se, especialmente nas redes sociais, uma espécie de renascimento de posturas retrô, confundindo os movimentos de suspensão dos elementos eucaristizados dentro da OE, fazendo uma leitura alegórica do movimento de ostensão/apresentação, própria da ignorância ritual medieval.
Nesse artigo, a partir do estudo das fontes, se demonstrará que durante a narrativa da ceia e consagração nunca houve uma ideia de elevação (nem mesmo no MR tridentino), tanto alegoricamente espiritualizada, mas sempre de ostensão, tendo sempre como destinatário a assembleia e como objetivo o fazer ver os elementos do pão e do cálice. O caminho se faz de seguindo uma ordem cronológica invertida: se parte da descrição do rito, segundo a III edição típica do MR (2008), então se passa à confecção do novo “Ordo Missae” (OM) e, finalmente, se apresentam as fontes mais antigas desde o nascimento do rito nos séculos acima assinalados. Infelizmente, por causa dos limites de “espaço” impostos por razões diversas, não se desenvolve a gênese do rito.
DESCRIÇÃO RITUAL
A Instrução Geral do Missal Romano (IGMR), no capitulo IV, intitulado “As diversas formas de celebração da missa”, delineando a primeira, “Missa com povo, sem diácono”, do número 147 ao número 151, descreve como se desenvolve a OE; fala do papel da assembleia e do sacerdote, descreve os seus gestos, indica quando e como nomear o bispo diocesano etc., e ao número 150 acrescenta (atenção ao texto latino e ao erro da tradução para o português):
Um pouco antes da consagração, o ministro, se for oportuno, adverte os fiéis com um sinal da campainha. Faz o mesmo em cada elevação... (Item pulsat campanulam ad unamquamque ostensionem, iuxta cuiusque loci consuetudinem). Se for usado incenso, ao serem mostrados (ostenduntur) ao povo a hóstia e o cálice após a consagração, o ministro os incensa.
Na “Missa com diácono”, ao número 179:
Durante a Oração eucarística... A partir da epiclese até a apresentação do cálice (ostensionem calicis) o diácono normalmente permanece de joelhos. Se houver vários diáconos, um deles na hora da consagração pode colocar incenso no turíbulo e incensar na apresentação da hóstia e do cálice (ostensionem hostiæ et calicis).
Quando trata da “Missa concelebrada”, nos números dedicados ao “Modo de proferir a Oração Eucarística”, a IGMR, indica ainda o comportamento dos concelebrantes, durante a ostensão/apresentação. Um único texto para as quatro OE (números 222c para a OE I; 227c, OE II; 230c, OE III; 233, OE IV): “às palavras do Senhor, com a mão direita estendida para o pão e o cálice...; à apresentação (ostensionem), olham para a hóstia e o cálice e depois se inclinam profundamente”.
Quando se trata de “Algumas normas mais gerais para todas as formas de missa”, ao número 274 se lê: “Na Missa o sacerdote celebrante faz três genuflexões, a saber: depois da apresentação da hóstia, após a apresentação do cálice e antes da Comunhão (post ostensionem hostiæ, post ostensionem calicis et ante Communionem)”.
Ao número 276e, sobre quando usar o incenso, diz: “à apresentação da hóstia, após a consagração” (ad ostensionem hostiæ et calicis post consecrationem). A rubrica do OM do MR III (MR3, 2008, p. 575) diz que depois das palavras do Senhor pronunciadas sobre o pão, o presidente da celebração eucarística “Hostiam consecratam ostendit populo, reponit super patenam, et genuflexus adorat”; e para o cálice é previsto que “Calicem ostendit populo, deponit super corporale, et genuflexus adorat”. A rubrica é praticamente a mesma, ligeiramente modificada, que se encontra no MR de 1570 (SODI; TRIACCA, 1998, p. 343-344) – 1962 (SODI; TONIOLO , 2007, p. 390-392).
Hoc est enim corpus meum. Prolatis verbis consecrationis, statim hostias consecrata genuflexus adorat: surgit, oste[n]dit populo: reponit super corporale iterum adorat.
... pro multis effudetur in remissionem peccatorum. Prolatis verbis consecrationis deponit calicem super corporale, genuflectus adorar: surgit oste[n]dit populo: dicens...
A atual edição do Missal Romano em português (MRp, 1992, p. 575) a traduz da seguinte forma: “(o sacerdote) Apresenta ao povo a hóstia consagrada, a depõe sobre a patena...; (o sacerdote) Apresenta ao povo o cálice, o depõe sobre o corporal...”
ELEVAÇÃO/OSTENSÃO NA REFORMA DO OM
Em vista da fatigosa atuação da Constituição Conciliar Sacrosanctum Concilium, especialmente no que dizia respeito à reforma do OM (cf. SC 50), o papa Paulo VI quis encaminhar imediatamente os trabalhos; o exigia, especialmente, a vastidão do trabalho e a criatividade selvagem que começava a espalhar-se mundo afora (cf. BUGNINI, 1997, p. 63). Assim no dia 25 de janeiro de 1964 o papa criou o “Consilium ad exsequendam Constitutionem de sacra Liturgia” (MARINI, 1986, p. 69-101; 1999, p. 3-30). Da atuação do número 50 de SC, a reforma do OM, se ocupou o “Coetus X” (BARBA, 2008, p. 59-138). Apresentamos sinteticamente o percurso histórico da rubrica que diz respeito à ostensão. É de se observar, imediatamente, que para o rito em exame, difusamente chamado de “elevação”, vem sempre usado o verbo latino “ostendere”, exceto no esquema de número 44, “De Missali” 9, de 20 de outubro de 1964.
Schema n. 44.
De Missali 9
22.10.1964 30. Verbis Hoc est enim corpus meum prolatis, celebrans satatim, omissa genuflexione, elevat Hostiam, deinde...
Ad verba Simili modo etc. Similiter procedit ut supra. Immediate post verba super calicem prolata, adhuc calicem in manibus tenens, adiungit mandatum Haec quotieusque faceritis etc. Et tunc elevat calicem, ac post elevationem genuflectens adorat.
Schema n. 106.
De Missali 12
19.09.1965 36.[...] Accipite, et manducate ex hoc omnes: hoc est enim Corpus meum. Quibus verbis prolatis, statim hostiam consacratam ostendit populo, et reponit super patenam.
37. Tunc, detecto calice, cantat vel clara voce dicit: Simili modo postquam cenatum est etc. Quibus verbis prolatis, statim calicem ostendit populo et reponit super corporale. Deinde genuflexus adorat.
Schema n. 113.
De Missali 14
9.10.1965 37.[...] Accipite, et manducate ex hoc omnes: hoc est enim Corpus meum. Quibus verbis prolatis, statim hostiam consacratam ostendit populo, et reponit super patenam.
38. Tunc, detecto calice, cantat vel clara voce dicit: Simili modo postquam cenatum est etc. Quibus verbis prolatis, statim calicem ostendit populo et reponit super corporale. Deinde adorat, genuflexus, vel profunde inclinatus, si hoc pro ragione statutum est.
Schema n. 170.
De Missali 23
24.05.1966 37.[...] Accipite, et manducate ex hoc omnes: hoc est enim Corpus meum. Quibus verbis prolatis, statim hostiam consacratam ostendit populo, et reponit super patenam.
38. Tunc, detecto calice, cantat vel clara voce dicit: Simili modo postquam cenatum est etc. Quibus verbis prolatis, statim calicem ostendit populo et reponit super corporale. Deinde adorat, genuflexus, vel profunde inclinatus, si hoc pro ragione statutum est.
Schema n. 266.
De Missali 44
21.12.1967 37.[...] Accipite, et manducate ex hoc omnes: hoc est enim Corpus meum. Quibus verbis prolatis, statim hostiam consacratam ostendit populo, et reponit super patenam, atque genuflexus adorat.
38. Et proseguitur: Simili modo postquam cenatum est etc. Quibus verbis prolatis, calicem ostendit populo et reponit super corporale, atque genuflexus adorat.
Schema n. 271.
De Missali 45
10.02.1968 37.[...] Accipite, et manducate ex hoc omnes: hoc est enim Corpus meum. Quibus verbis prolatis, statim hostiam consacratam ostendit populo, et reponit super patenam, atque genuflexus adorat.
38. Et proseguitur: Simili modo postquam cenatum est etc. Quibus verbis prolatis, calicem ostendit populo et reponit super corporale, atque genuflexus adorat.
Schema n. 281.
De Missali 47
21.03.1968 36.[...] Accipite, et manducate ex hoc omnes: hoc est enim Corpus meum. Quibus verbis prolatis, statim hostiam consacratam ostendit populo, et reponit super patenam, atque genuflexus adorat.
37. Et proseguitur: Simili modo postquam cenatum est etc. Quibus verbis prolatis, calicem ostendit populo et reponit super corporale, atque genuflexus adorat.
Schema n. 293.
De Missali 51
24.05.1968 36.[...] Accipite, et manducate ex hoc omnes: hoc est enim Corpus meum. Quibus verbis prolatis, statim hostiam consacratam ostendit populo, et reponit super patenam, atque genuflexus adorat.
37. Et proseguitur: Simili modo postquam cenatum est etc. Quibus verbis prolatis, calicem ostendit populo et reponit super corporale, atque genuflexus adorat.
TESTEMUNHOS LITÚRGICOS
Ignorado pelos grandes teólogos medievais como S. Tomás de Aquino (†1274), S. Boaventura (†1274), Duns Scoto (†1308) e pelo “Ordo” da Cúria Romana do tempo de Honório III (†1227), o rito da ostensão tem sua primeira assinalação em Paris, entre os séculos XII e XIII, aparecendo pela primeira vez no Ordo de 1244 de Aimone di Faversham e nas fontes sucessivas que desembocarão no Missal tridentino.
1. O OM DE AIMONE DI FAVERSHAM (†1244)
Aimone di Faversham, o quarto Ministro Geral dos Franciscanos, em 1230 ajustou o Breviário chamado “da Regra”, ou seja, o Breviário do papa Honório III (1216-1227) e o “Missal da Regra” - o Missal de Honório III (chamado “Missale Curiae”), já completo no ano de 1223. Em 1243-1244, Aimone di Faversham, para resolver a confusão provocada por tantas versões diferentes dos livros litúrgicos usados pelos frades, fez uma correção, uma quarta versão, e impôs a todos os franciscanos. Assim nasceu um “Ordo breviarii e um Ordo missalis”; à junção dos dois “Ordines” se deu o título de “Ordo Missalis (Fratrum Minorum) secundum consuetudinem et usum Romanae curiae (o Ecclesiae)”. O Missal atualizado dos Franciscanos foi aprovado pelo papa Clemente V (1305-1314), e se tornou o Missal da corte papal de Avinhão e a base do primeiro Missal impresso, a “editio princeps” de 1474.
(VAN DIJK, 1963, p. 11) (...) dicto Hoc est corpus meum et adorato corpore domini cum mediocri inclinatione, elevat illud reverenter ita quod a circumstantibus possit videri. Postea deponit in loco suo.
2. O CÓDICE DE SANTA MARIA MAIOR
Trata-se de um “Missale secundum ordinem capellae domini papae” do terceiro quartel do século XIII, depositado na Biblioteca Vaticana com livre acesso de 1930 em diante. “Pour ce qui est de son origine, van Dijk assure qu’elle ne doit pás être cherchée au Latran, mais à Ste-Marie-Majeure et que de plus ce n’est pás um “missel papal”, une adaptation de l’usage de cour papale à Ste-Marie-Majeure” (SALMON, 1974, p.256-260; VAN DIJK; WALKER, 1975, p.512-513).
(VAN DIJK; WALKER, 1975, p. 512-513) (...) Hoc est enim corpus meum. Hic elevet hostiam ostendens eam populo. deind reponat eam.
Hec quotienscumque feceritis in mei memoriam facietis.
Hic ostenso calice reponat eum dicens.
3. O “MISSALE ROMANUM” DE 1474
Em 1474 foi impresso o MR considerado o progenitor dos missais que desembocaram no MR de 1570. Se deve observar que tal Missal não tem ainda no início um quadro de rubricas ou aquelas regras necessárias para a celebração. O OM é de uma simplicidade textual e rubrical que é de espantar. O volume se conclui com as palavras do impressor Antonio Zarotto: “Antoni patria parmensi gente zarotte/ Primus missales imprimis arte libros / Nemo repertorem nimium se iactet in arte / Addere plus quam peperisse valet/ A Sediolani as CCCCLXXIIII. VI decembris finitum” (WARD; JOHNSON, 1996, p. 341).
(WARD; JOHNSON, 1996, p. 179)
(...) Hoc est enim corpus meum Hic deponat hostia. Levet calice dicens Simili modo...
4. O OM DE GIOVANNI BURCARDO (†1506)
Durante toda a sua vida Giovanni Burcardo ocupou o cargo de cerimoniário papal, descreveu o dia a dia da liturgia do papa no seu “Liber notarum”. Juntamente com Agostino Patrizi dei Piccolomini, publicou a primeira edição do “Liber Pontificalis” no ano 1485 e se encarregou da revisão do cerimonial romano “Rituum ecclesiasticorum sive sacrarum caeremoniarum S. Romanae Ecclesiae libri tres”, onde se pode ver que naqueles séculos a preocupação da corte pontifícia e de muitas catedrais, era celebrar com um fausto igual àquele dominante nas cortes dos senhores das cidades (CATTANEO, 1978, p. 280). No ano de 1498 formulou um “Ordo Missae secundum consuetudinem Sanctae Romanae Ecclesiae”. No dia 4 de abril de 1502 o papa Alexandre VI ordenou que fosse que o seu OM fosse introduzido em todos os missais do rito romano.
(LEGG, 1905, p. 156-157) Hoc est enim corpus meum
His dictis celebrans hostiam inter pollices et indices super altare tenens: (...) genuflexus eam adorat. Tum se erigit eleuat in altum quantum commode potest hostiam: et populo ostendit reurenter adorandam: et mox ipsam veneranter super corporale reponit und eam leuauit (...)
Hoc quotienscumque feceritis: in mei memoriam facietis.
Et genuflexus sanguinem reuerenter adorat: tum se erigit: accipit calicem discoopertum cum sanguine ambabus manibus ut prius: eleuat eum quantum commode potest: illum populo ostendens adorandum: et mox ipsum reuerenter reponit super corporale (...)
5. MISSAL TRIDENTINO
Terminado o Concílio de Trento, o papa Pio V († 1572) retocou o Missal de 1474 e o promulgou como obrigatório para toda a igreja latina por meio da constituição apostólica “Quo primum tempore” de 14 de julho de 1570. A sua última edição é de 1962.
MR 1570 (SODI, TRIACCA, 1998, 344-345)
Hoc est enim corpus meum Prolatis verbis consecrationis, statim hostias consecrata genuflexus adorat: surgit, ostedit populo: reponit super corporale iterum adorat/
... pro multis effudetur in remissionem peccatorum. Prolatis verbis consecrationis deponit calicem super corporale, genuflectus adorar: surgit ostedit populo: dicens...
MR 1962 (SODI; TONIOLO, 2007, P. 390-392)
Hoc est enim corpus meum
Quibus verbis prolatis, statim Hostiam consecratam genuflexus adorat: surgit, ostendit populo, reponit super Corporale, et genuflexus iterum adorat:
Genuflexus adorat: surgit, (calicem) ostendit populo, deponit, cooperit, et genuflexus iterum adorat.
CONCLUSÃO
O brevíssimo percurso feito observando, a partir das fontes litúrgicas de ontem e de hoje, o que o MR indica como não verbal dentro da OE ligado às palavras da narrativa da ceia, em vista de uma celebração realmente feita com arte, conduz à conclusão já apresentada na introdução do nosso percurso, isto é, que nesse momento alto da Missa nunca houve uma ideia de elevação, com sentido de ofertório (como se vê em certas imagens “piedosas”) ou de remissão de penas para as almas do purgatório etc., mas de ostensão, tendo sempre como destinatário a assembleia e como objetivo o fazer ver os elementos do pão e do cálice. Tal gesto deve ser feito com elegância e simplicidade de tal modo que a comunidade celebrante perceba participa ativamente fixando o olhar nos elementos que saciam para a vida eterna.
Referências Bibliográficas
BARBA, M. La riforma conciliare dell’«Ordo Missae»: Il percorso storico-redazionale dei riti d’ingresso, di offertorio e di comunione. Nuova edizione riveduta e corretta. Roma: Centro Liturgico Vincenziano Edizioni Liturgiche, 2008.
BUGNINI, A. La riforma liturgica (1948-1975). Nuova edizione riveduta e arricchita di note e di supplementi per una lettura. Roma: Centro Liturgico Vincenziano Edizioni Liturgiche, 1997.
CATTANEO, E. Il culto cristiano in occidente. Note storiche. Roma: Centro Liturgico Vincenziano Edizioni Liturgiche, 1978.
MARINI, P. Il “Consilium ad exsequendam Constitutionem de sacra Liturgia” Gennaio 1964 - Marzo 1965: Considerazioni generali. In: Ephemerides Liturgicae, Roma, v. 113, n. 1, p. 3-30, gen/feb 1999.
MARINI, P. Le premesse della riforma liturgica (Ottobre-Dicembre 1963). In: CONGREGAZIONE PER IL CULTO DIVINO (ED.). Costituzione liturgica «Sacrosanctum Concilium». Studi. Roma: Centro Liturgico Vincenziano Edizioni Liturgiche, 1986.
Missal Romano, restaurado por decreto do sagrado Concilio Ecumênico Vaticano Segundo e promulgado pela autoridade do papa Paulo VI, tradução portuguesa da II edição típica para o Brasil realizada e publicada pela Conferencia Nacional dos Bispos do Brasil com acréscimos aprovados pela Sé Apostólica. São Paulo: Paulus, 19922.
Missale Romanum ex decreto Sacrosancti Oecumenici Concilii Vaticani II instauratum auctoritate Pauli PP. VI promulgatum, Ioannis Pauli PP. II cura recogitum, editio typica tertia, reimpressio emendata. Città del Vaticano: Typis Poliglottis Vaticanis 2008.
Ordo missae Ioannis Burckardi. In: LEGG, J. W. Tracts on the mass, XXVII. London: Henry Bradshaw Society for editing rare liturgical texts, 1905.
SALMON P. Analecta Liturgica. extraits des manuscripts liturgiques de la Bibliothèque Vaticane. Città del Vaticano: Biblioteca Apostolica Vaticana, 1974.
SODI, M; TRIACCA, A. M. (ED.). Missale Romanum, editio princeps (1570). Città del Vaticano: Libreria Editrice Vaticana, 1998.
SODI, M.; TONIOLO, A. (ED.). Missale Romanum ex decreto SS. Concilii tridentini restitutum summorum pontificum cura recognitum, editio typica (1962). Città del Vaticano: Libreria Editrice Vaticana, 2007.
VAN DIJK, E. J. P.; WALKER, J. H. The Ordinal of the Papal Court from Innocent III to Boniface VIII and Related Documents. Fribourg: The University Press, 1975.
VAN DIJK, S. J. P. Sources of the modern roman liturgy, The Ordinal of Haymo of Faversham and related documents (1243-1307), II. Leiden: E. J. Brill, 1963.
WARD, A.; JOHNSON, C. (ED.). Missalis Romani editio princeps. Mediolani anno 1474 praelis mandata. Reimpressio vaticani exemplaris introductione aliisque elementis aucta. Roma: Centro Liturgico Vincenziano Edizioni Liturgiche, 1996.
* Dom Jerônimo Pereira, beneditino, Doutor em Liturgia pelo Pontifício Instituto Litúrgico (Roma), presidente da ASLI. jeronimo.osb@gmail.com