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O SACRAMENTO DA UNÇÃO DOS ENFERMOS COMO LOCUS DE SAÚDE, SALVAÇÃO E ESPERANÇA
Sem. José Aislan Pereira*
A esperança por saúde e salvação
Saúde e salvação são dois temas que fazem parte da vida e vocabulário de muitas pessoas. Todo homem e mulher, em seu dia a dia procuram um bem-estar próprio e para os seus. Percebe-se que estes dois temas são quistos e desejados, já que os mesmos proporcionam conforto, segurança e esperança. A esperança é atitude daquele que se coloca a caminho. Um dos dons que a Igreja concede aqueles que sofrem e almejam por saúde e salvação é o Sacramento da Unção dos Enfermos, que visa o bem integral daquele que o recebe e o nutre de esperança.
Aspectos antropológicos de Saúde e Salvação
Saúde e salvação, embora sejam utilizados hodiernamente para duas realidades distintas, possuem uma íntima e profunda relação. Equivocadamente uma é colocada como “busca imanente” e a outra como “busca transcendente”. Entretanto, uma busca levará a outra. A fragilidade do tecido social vigente faz com que os indivíduos cultivem formas de relacionamentos individualistas e esta tendência expressa-se pelo desejo de salvar-se.
O ser humano não possui uma repartição em si e isso fica explícito nas raízes etimológicas de ambas as palavras. O termo grego que dá origem a ambas é “σωτηρία” (sotería), que indica cura, salvação, resgate; a figura mitológica de Asclépio, o deus da medicina para a cultura helênica, acentua o que se entendia por este conceito, visto que, sendo ele considerado o “σωτήρ” (sotér), é aquele que cura e paralelamente é o salvador. O mesmo ocorre com “स्वस्थ” (svastha), do sânscrito, que significa bem-estar e plenitude, que posteriormente assumiu a forma nórdica de heill, que evoluiu para heil, whole e hall nas línguas anglo-saxônicas, indicando “integridade” e “plenitude” (CNBB, 2012, p. 13 apud Terrin, 1998, p. 154).
O ser humano, instintivamente, procura salvar-se dos perigos e alcançar uma realização de bem-estar pleno, todavia, este fim nem sempre se faz realidade. São muitas as situações em que o mesmo, por circunstâncias que lhe são próprias, se coloca ou é coercitivamente colocado. Fato é que, a procura “imanente” pela salvação atinge aquilo que é “transcendente”. A pessoa que procura ausentar-se da dor e do sofrimento sente a necessidade buscar sentir-se plena em todas as dimensões de sua vida, sejam elas física, mental, social e espiritual. Ao falar de salvação, imediatamente também se fala em saúde e vice-versa.
O desejo humano de salvação está no mais íntimo de seu coração e por estar neste lugar secreto e oculto, por vezes, não é declarado, podendo revelar-se apenas em situações específicas. O desejo pela saúde física, pelo bem-estar econômico, dentre tantos outros expressam-se a partir da esperança da necessidade de uma paz interior e convivência pacífica e harmoniosa com o próximo. O desejo de salvação apresenta-se, no entanto, como um compromisso a algo ainda maior, fazendo com que a medida que este desejo adquire maior evidência, características de resistência e superação da dor são vividas e conservadas (CDF, n. 5-6).
A salvação plena do ser humano não consiste apenas em fatores subjetivos que podem ser logrados por si mesmo ou por oportunidades concedidas ao longo da vida, como o “ter” e o “poder”. Nada na ordem criada satisfaz plenamente o homem; dentro de si existe um desejo inato pelo Eterno, que o criou, salvou e santifica. “A vocação última de todos os homens é realmente uma só, a divina” (GS 22).
O ser humano, sendo a obra prima da criação, foi criado para a liberdade, e nesta liberdade é chamado a amar, louvar e servir a Deus; por sua escolha, decidiu pelo mal e, envergonhando-se, afastou-se de Deus (Gn 3,8-13). As más escolhas são fruto de uma “má abertura”, visto que, o mal que prejudica o homem é aquele que provém de seu coração (Mt 15,18-19). “Pecando, o homem abandonou a fonte do amor, e se perde em falsas formas de amor, que o fecham cada vez mais em si mesmo” (CDF, n. 7). O distanciamento de Deus corrobora pela tríplice perda de harmonia: dos seres humanos para com Deus, dos seres humanos para com os outros seres humanos e dos seres humanos para consigo mesmos – fomentando a falta de sentido da própria história e de realidades naturais como a morte.
A salvação professada pela fé cristã atinge não apenas a interioridade do homem, mas o seu ser integral. A pessoa humana, criada, amada e dignificada por Deus, mais do que uma teoria de seria duas coisas unidas – corpo mais alma – é uma unidade pneumossomática. O ser humano inteiro é indistintamente corpo e animado (alma) encarnado.
A partir desta visão unitária, se compreende a origem e fim do homem, sendo ele criado por Deus mediante seu amor-criador, do mesmo modo, todo homem será salvo em sua inteireza corpórea-espiritual, não apenas em uma de suas supostas “partes” (De la Peña, 1998, p. 40).
A encarnação de Cristo, a Igreja e os Sacramentos são a realização tangível do dom de Deus que, mediante seu amor e despojamento, assume esta estrutura sacramental. O Verbo que se fez carne para se comunicar com o ser humano, através deste gesto, torna-se “conatural” a estes (De la Peña, 1998, p. 40).
Jesus Cristo ao se rebaixar e assumir a condição humana, dignifica aquela que outrora encontrava-se maculada e “perdida”. Ao assumir esta condição, o Verbo assumiu integralmente o que significa “ser homem”. Este ato dignificou e elevou o gênero humano. Ora, se o próprio Deus que poderia comunicar-se de inúmeras formas aos seus, todavia, quis o fazer pela Carne, por que a mesma seria inferior a realidade espiritual? Por que ela não poderia ser cuidada e igualmente valorizada? Ao fazer-se Carne, Deus quis salvar o Homem-todo, não apenas uma de suas “partes”.
Assim, a salvação se dá ao homem inteiro. Como Cristo Ressuscitou, e com seu corpo glorioso elevou-se aos Céus (realidade escatológica), o ser humano identificado como peregrino da esperança, que foi dignificado pelo ato da Encarnação, caminha para esta mesma realidade. A Liturgia da Igreja é escatológica, e celebrar os Sacramentos faz o fiel contemplar pela fé as realidades eternas.
A Unção dos Enfermos como gesto esperança
A Igreja que peregrina pela história, e por meio de seus “sinais sensíveis” comunica e faz sua missão. Os Sacramentos são o lugar ao qual a Igreja se faz una. O eterno toca o tempo e a vida. Os gestos sacramentais são gestos de Mistério, que levam os indivíduos a participarem ativamente desta realidade.
Desde os primórdios, as comunidades cristãs buscam colocar em prática os gestos de cura de Jesus, mormente, em seus rituais. Na Carta de São Tiago é possível encontrar um texto que salienta a importância da proximidade da Igreja para com aqueles que se encontram enfermos.
Sofre alguém dentre vós um contratempo? Recorra à oração. Está alguém alegre? Cante. Alguém dentre vós está doente? Mande chamar os presbíteros da Igreja para que orem sobre ele, ungindo-o com óleo em nome do Senhor. A oração da fé salvará o doente e o Senhor o porá de pé; e se tiver cometido pecados, estes lhe serão perdoados. Confessai, pois, uns aos outros, vossos pecados e orai uns pelos outros, para que sejais curados (Tg 5,13-16).
O Apóstolo Tiago neste texto relata a complexidade existencial do enfermo e enfatiza a ação pastoral da comunidade: oração, unção, conforto, cura e perdão dos pecados. Percebe-se nestes gestos um profundo olhar integral do ser, que visa o bem do corpo e da alma. Este texto evidencia a intenção (forma) Sacramental da Unção dos Enfermos: a cura.
Após isso, o Apóstolo fala da enfermidade enquanto tal, e para isso ele exorta que seja chamado o Presbítero da comunidade, que ao se encontrar com aquele que está enfermo, o unge e faz uma oração com fé; este ao realizar estes gestos, na petição pelo reerguimento da pessoa e no perdão de seus pecados, acarretará em sua saúde e salvação. O Apóstolo discorre sobre os ritos voltados a pessoa que se encontra enferma, que não está necessariamente a beira da morte. Essas práticas são de natureza eclesial e comunitária, uma vez que são ministradas pelo Presbítero da comunidade. Sua efetividade está atrelada na fé expressa nas orações ao Senhor. Os efeitos visam o ser humano integral, não descartando a possibilidade de uma cura física, mas também se restringindo a ela (Fonseca, 2016, n.p.).
O Sacramento da Unção dos Enfermos vai de encontro com o desejo do Cristo de que todos tenham vida em abundância (Jo 10, 10), e tal desejo deve ser assumido pela comunidade cristã e imputado nos seus para gerar os mesmos efeitos na sociedade. Jesus, com sua autoridade e amor, promete a seus discípulos e a todo ser humano a plenitude da vida, visando sua integralidade.
Na doença o homem experimenta a sua impotência, seus limites e sua finitude. A enfermidade e o sofrimento sempre estiveram entre os problemas mais graves da vida humana. A doença pode causar as mais contraditórias reações: desde a angústia, o desespero e a revolta contra Deus, até mesmo uma busca de Deus, uma volta e uma sincera conversão a Ele.
No Antigo Testamento o homem vive a doença diante de Deus, o Salmo 38 desponta como uma elucidação disto, onde o enfermo desabafa sua queixa sobre a enfermidade, implora a cura, se dispõe à conversão, na esperança de que Deus o perdoará e lhe trará a cura. No Novo Testamento o homem dá continuidade a esta petição e rendição, todavia, agora o faz tendo a perspectiva Pascal; o Crucificado-Ressuscitado deu um novo tom a condição de sofrimento.
“A fé no mistério de Cristo não torna o homem passivo diante do sofrimento e não faz com que ele se torne apático mediante as provas que o mundo lhe impõe. A fé não é luz que dissipa todas as nossas trevas, mas lâmpada que guia os nossos passos na noite, e isto basta para o caminho. Ao homem que sofre, Deus não dá um raciocínio que explique tudo, mas oferece a sua resposta sob a forma duma presença que o acompanha, duma história de bem que se une a cada história de sofrimento para nela abrir uma brecha de luz. Em Cristo, o próprio Deus quis partilhar conosco esta estrada e oferecer-nos o seu olhar para nela vermos a luz” (LF, n. 57).
No centro do Sacramento da Unção dos Enfermos está o Mistério Pascal de Cristo, que veio para salvar o homem inteiro, não apenas uma de suas partes. Portanto, este Sacramento é memorial deste mistério e o homem é nele inserido, completando em si o que falta ao sofrimento de Cristo pela salvação do mundo (Ritual da Unção dos Enfermos, p. 13). O mistério de Cristo é luz na enfermidade.
A luz que emana de Cristo nutre a esperança no fiel que recebe o Sacramento da Unção do Enfermos. Antes do Concílio Vaticano II a Unção dos Enfermos possuía um caráter de preparar a pessoa a participação na glória divina, tornando-se assim Sacramento da última passagem, o Sacramento da morte. O Concílio deixa de lado esta visão unilateral e torna como critério a receptividade deste Sacramento a partir do momento em que o estado de saúde de uma pessoa foi abalado. A oração pelo enfermo traz em si a petição pela cura, entretanto, é bom salientar que nela está contido o desejo de que o doente aceite sua doença e se lembre de que é mortal. É pelo encontro com Jesus Cristo que o indivíduo que está com sua saúde fragilizada se deixa introduzir no mistério da fragilidade de sua própria vida (Grum, p. 18-19). Não é o Sacramento da última hora como muitos ainda o entendem. É uma oração que pede a cura do enfermo, a saúde do corpo, o alívio das dores, a paz para o espírito que o impele de esperança para somar todas as tribulações na paixão de Cristo, isto é, o oferecimento cristão.
A Unção não anula o sofrimento do enfermo, mas eleva o sentido do seu sofrimento e lhe dá profundidade. A esperança angariada com este Sacramento é fruto da proximidade com o Mistério Pascal professado e celebrado. A comunidade cristã exerce sua missão de zelar pela saúde e salvação de todo o ser humano. O testemunho daquele que sofre atinge a todo aquele que se aproxima e se solidariza, lembra-o de sua finitude e seu anseio – mesmo que banalizado – por buscar realidades transcendentais. A proximidade com o enfermo e a vivência do Mistério Pascal recorda o homem que sua vida deve ser redimida por este mesmo Mistério. A Unção, portanto, é sinal de fraternidade. É o Sacramento mais humano, pois coloca a pessoa diante de sua finitude e faz com que ela se encontre verdadeiramente com sua existência.
A fraternidade se expressa, por exemplo, no momento do ato penitencial, que é feito não só pelo enfermo, mas por todas as pessoas que se encontram no momento da celebração. Este momento é muito importante para se proceder com o Sacramento; é momento que o Sacerdote convida a se fazer a experiência com a misericórdia e o perdão de Deus. Muitos podem pensar que suas doenças são fruto de más ações ou más escolhas feitas durante a vida; este é o momento oportuno para que o fiel encontre alívio a suas angústias em Deus.
A proclamação do Evangelho é o momento em que a Palavra do Senhor, que é salvação, seja anunciada e se torne fonte de vida e esperança para o enfermo e aqueles que com ele se encontram. As breves palavras que podem ser ditas após o anúncio da Boa Nova, devem estar em profunda consonância com o que o fora proclamado e com a realidade daqueles que participam da celebração.
Como bem recorda Anselm Grün (2007, p. 31-32), a oração dos fiéis deve criar “atmosfera de oração que infunde esperanças no doente”. A oração se expressa se forma clara com o gesto da imposição de mãos, onde o Sacerdote de forma silenciosa, manifesta a proximidade e a proteção de Cristo, que toca a pessoa enferma por meio de suas mãos.
A “unção afetuosa com o óleo consagrado” (Grün, 2007, p. 33) é o gesto realizado após a imposição das mãos; o óleo provém da oliveira, que é símbolo da vitalidade. O desejo da Igreja é de que aquele enfermo alcance a reconciliação com Deus e consigo mesmo, para que ele tenha forças interiores para aceitar a condição em que se encontra e a ofereça a Deus.
A integralidade apontada pelo Sacramento da Unção dos Enfermos é oferecida na fórmula do Sacramento:
Por esta santa unção e pela sua infinita misericórdia o Senhor venha em teu auxílio e com a graça do Espírito Santo, para que, liberto dos teus pecados, Ele te salve e, na sua bondade, alivie os teus sofrimentos. (Ritual da Unção dos Enfermos, p. 42).
O pedido contido na fórmula é de que o fiel, em sua integralidade, receba libertação, salvação e saúde; é dado a ele a força da esperança, que impulsionada pela fé, o moverá a ressignificar aquilo que passa. A doença e suas implicações.
A unção feita na fronte e nas mãos possuem seus sentidos:
Segundo João Crisóstomo, a fronte é a parte mais nobre da pessoa. Para ele a fronte se refere ao espírito com o qual a pessoa se abre a Deus e conduz seus instintos e emoções. As mãos são a imagem de suas ações usamos as mãos para lidar com os problemas do dia-a-dia. Trabalhamos com elas, mas também nos tocamos uns aos outros. Apertamos a mão do outro. Afagamos o outro com carinho. Assim, nossas mãos são usadas nos relacionamentos e em tudo o que se refere ao nosso dia-a-dia. Quando o enfermo abre as mãos para o sacerdote abençoá-las, ele quer dizer com isso que não se agarra à sua saúde, mas que se entrega a Deus e está disposto a receber o presente da cura com as mãos vazias (Grün, 2007, p. 34).
A ternura presente no gesto da unção evidencia o cuidado de Deus para com os seus. O fato de ser um ato sensorial, marca aquele que o recebe.
A oração pelo enfermo se desdobra até chegar no “Pai Nosso”, a oração da comunidade. É o momento em que a Igreja ora e salienta a sua solidariedade por aquele que sofre. A bênção final não é um “ato de encerramento”, mas é o ato de abençoar (dizer coisas belas e boas) e suplicar a proteção de Deus, pedindo saúde e esperança, para que o enfermo não se sinta desamparado, mas pertencente a um Corpo Místico, que é a Igreja.
A origem da ação “curativa” da Igreja se dá no auxílio ao enfermo em lutar contra aquilo que o aflige, a partir de sua própria situação de homem enfermo. Deve-se tomar um cuidado para não cair na exaltação do sofrimento, nem na passividade da dor ou no sentimento de autopunição. O enfermo, deve ser, um “paciente ativo”, que assume o sofrimento com paciência, nutre-o de fé e perante o itinerário de luta invertido contra a enfermidade o converte em esperança (Borobio, 1988, p. 587).
A Unção dos Enfermos sendo um Sacramento instituído por Jesus Cristo, é um modo ao qual Ele mesmo toca aqueles que sofrem confortando-os e trazendo vida. Perdoar, aliviar (esperançar) e salvar são os verbos que exprimem os efeitos deste Sacramento que visa o bem integral da pessoa, concedendo-lhe efeitos espirituais e temporais.
Portanto, a Unção dos Enfermos manifesta a presença de Cristo que cuida de todos, e aquele que sofre com a enfermidade, bem como aqueles que auxiliam nos cuidados, recebem forças para caminhar de esperança em esperança.
Referências bibliográficas
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DE LA PEÑA, Juan Luis Ruiz. Criação, Graça, Salvação. São Paulo: Loyola, 1998.
GRUM, Anselm. Unção dos Enfermos. Consolo e afeto. Tradução de Inês Antônia Lohbauer. São Paulo: Loyola, 2007.
PAPA FRANCISCO. Lumen Fidei. Disponível em: https://www.vatican.va/ content/francesco/pt/encyclicals/documents/papafrancesco_20130629_enciclica-lumen- fidei.html. Acesso em 1 out. 2024.
VENDRAME, Calisto. A Unção dos Enfermos. São Paulo: Paulinas, 1974.
*Seminarista da Etapa da Configuração da Diocese de São João da Boa Vista. Graduando em Teologia pelo Centro de Estudos da Arquidiocese de Ribeirão Preto.