LITURGIA CRISTÃ E DIMENSÃO SOCIAL: O compromisso cristão que nasce do altar

LITURGIA CRISTÃ E DIMENSÃO SOCIAL

O compromisso cristão que nasce do altar

 

Rodrigo dos Santos[1]

emaildords@yahoo.com.br

 

 

Quando não há a evangelização, 

a liturgia é celebrada de forma mecânica

 sem o dado da fé 

e quando não há o compromisso libertador 

ela é celebrada sem a atenção 

aos efeitos do Evangelho 

na vivência de cada membro da Igreja

(ARANDA, 2007, pp. 113)

 

Em 2024, a Igreja do Brasil em especial, terá mais um aporte e oportunidade, para que se supere ainda mais o mecanicismo de uma pura ritualidade mecânica, bem como, a desconexão entre fé e vida (compromisso libertador), muitas vezes apresentada como martiria nas TV’s religiosas-católicas ou em canais de rede social. Refiro-me a Campanha da Fraternidade, que completará 60 anos, e de um modo todo especial trará o tema “Fraternidade e amizade social”, e o lema “vós sois todos irmãos e irmãs” (Mt 23,8). Esse cenário é pertinente ao nosso interesse neste artigo, porquanto o assessor de Campanhas da CNBB, Pe. Patriky S. Batista, comentou a escolha dos bispos no sentido de ser um “[...] tempo de refletir sobre a fraternidade e a amizade social, converter o coração, promover a comunhão e não descuidar daquilo que é caro a todos nós: a dimensão social do Evangelho [que] precisa ser redescoberta”

Assim, a liturgia cristã, enquanto a celebração da mais alta performance de espiritualidade entre a ortodoxia e a ortopráxis católica, e, como se sabe, é nela que se opera o fruto da nossa Redenção” (SC, §2) é, em efetivo, o exercício do sacerdócio de Jesus Cristo, que, em tese, também em sua longa tradição oracional e reflexiva, sobretudo após o Concílio Vaticano II, tem duas dimensões fundamentais: a glorificação de Deus e a santificação da humanidade. É ortodoxia porque é lex celebrandi e é ortopráxis, tanto quanto, o que é celebrado se afirma como convite a vivência (lex vivendi) de grande louvor a Deus (Cf. Rm 12,1-2), ou ainda, e desde então, na prática eclesial, é a Igreja em reunião, que em “[...] assembleia celebra o mistério pascal”(SC, §6)

Treze anos após o fim do Concílio, em Puebla, no México, o documento homônimo, em seu nº 917, traz estes ideais do intricamento entre as “orto-doxia-práxis”, e neste sentido, a América Latina, ao lado do Papa S. João Paulo II, aspiravam uma “autêntica teologia litúrgica” onde a “presença e a ação de Deus na história da salvação humana” eram factuais e viva (MARSILI, 2010, pp. 15). Assim, em dois tópicos, refletir-se-á como a Igreja vive a fé litúrgica enquanto um compromisso social que brota do altar, e ao mesmo tempo, em que louva a Deus e congrega os batizados, se encaminha em missão e compromisso para a construção de um mundo novo, pois “a Igreja herdou, quase que naturalmente, todas as características antes percebidas no anúncio do Reino feitas por Jesus de Nazaré” (SCHNACKENBURG, 1966, pp. 201).

 

1 – Liturgia: fé e compromisso – a dimensão social da encarnação

A consciência litúrgica que se tem é que todo povo de batizados, estão congregados e reunidos em torno da espiritualidade trinitária, e celebram as dimensões – soteriológica, sacrificial e escatológica – da Eucaristia (BOSELLI, 2014. pp. 194). Trata-se de duas dimensões e não de dois tempos ou duas atividades estanques. A comunidade que celebra a salvação tem, ao mesmo tempo, o compromisso de evangelizar o mundo, de anunciar a espiritualidade do Reino (Mc 1,15, CNBB, Doc. 43, nº 64). Numa maior conscientização das características da liturgia, Frei Davi M. Santos, O. Carm, afirma que “a razão da Liturgia se encontra no fato de que ela é obra do Senhor, é ação sagrada d’Ele, tudo o mais que dissermos da Liturgia parte desse fator, assim sendo, se faz necessário uma melhor participação”.

Deste modo, ao aurir esta perspectiva fundamental e substancial da liturgia, relembra-se o ensinamento da Sacrossantum Concilium, (§8), onde a Igreja ensina que a liturgia é uma prefiguração da ceia eterna, ou seja, a liturgia é uma prefiguração do céu, do estar diante do Cordeiro (Ap. 7,9). E, no entanto, sabe-se também que a Igreja vive da Liturgia, pois ela é a primeira escola da fé e da vida espiritual. Tanto que, CORDEIRO (2014, pp. 94), afirma certamente que “a liturgia não é um rito, nem uma mera execução de rubricas, mas ethos e, fundamentalmente, uma arte da ação”. E quer-se ampliar esta dimensão espiritual com a dimensão social. 

No âmago da doutrina social, entende-se como pressuposto de nossa tese, que 

 

[A] a Igreja vê no homem, em cada homem, a imagem do próprio Deus vivo; imagem que encontra e é chamada a encontrar sempre mais profundamente plena explicação de si no mistério de Cristo, Imagem perfeita de Deus, revelador de Deus ao homem e do homem a si mesmo. A este homem, que recebeu do próprio Deus uma incomparável e inalienável dignidade, a Igreja se volta e lhe rende o serviço mais alto e singular, chamando-o constantemente à sua altíssima vocação, para que dela seja cada vez mais consciente e digno (COMPÊNDIO DOUTRINA SOCIAL DA IGREJA, §105).

 

Se “o nosso lugar é o céu”, de forma alguma a nossa espiritualidade deve ser de passividade a espera deste céu! Os Novíssimos é um tratado religioso enquanto um dado de fé e vida nos ensinamentos da Igreja. Toda forma de espiritualidade que negue a materialidade como base de necessidade espiritual e religiosa deve ser questionada. Liturgia sem jornal, não! E, de fato, não podemos conceber que o Cristo [...] veio habitar um corpo pré-existente de um tal menino Jesus, cuja [...] a existência concreta e radical desse nazareno que assistimos à epifania da carne, como corpo animado e espírito encarnado, sem confusão nem separação” (OLIVEIRA, 2022, pp. 214-215). A ideia que se desponta é de uma espiritualidade dos sentidos, onde, o corpo fala e o espírito vivifica!  Tanto o é – que no Evangelho Social, 

 

Cristo, o Filho de Deus, “com a Sua encarnação, num certo sentido, se uniu a cada homem (GS, §22); por isso a Igreja reconhece como sua tarefa fundamental fazer com que tal união se possa continuamente atuar e renovar. Em Cristo Senhor, a Igreja indica e entende, ela mesma por primeiro, percorrer a via do homem (RH, §14)https://www.vatican.va/roman_curia/pontifical_councils/justpeace/documents/rc_pc_justpeace_doc_20060526_compendio-dott-soc_po.html, que convida a reconhecer em toda e qualquer pessoa, próxima ou distante, conhecido ou desconhecido, e sobretudo no pobre e em quem sofre, um irmão “pelo qual Cristo morreu” (1 Cor 8,11; Rm 14,15); (CIC, §1931); (COMPÊNDIO DOUTRINA SOCIAL DA IGREJA, §105).  

 

2 – “Ajudai-nos a criar um mundo novo” ... um mundo com sentido

O vazio existencial é um fenômeno muito presente no século XXI. Segundo Victor Frankl, (2008, pp 91), tal fenômeno pode ser atribuído a duas perdas sofridas pelo ser humano, desde que se tornou verdadeiramente humano: (*) a primeira foi o fato de ele não viver mais sob a guia dos instintos e ter de fazer as suas próprias escolhas, e a segunda, mais recente, (*) foi a perda das tradições que nele exerciam um papel de orientação.

A busca de sentido numa sociedade cada vez mais vazia, é ter também a consciência de uma orientação mais do que assistencial da religiosidade e da espiritualidade humana no processo de construção de um mundo melhor. É como no sentido etimológico de liturgia que S. Paulo escreve aos Rm, 12,1-2, quando diz que é preciso reduzir o hiato entre o celebrado e o vivido, tornando uma só a realidade da vida. Isso não significa que se deva rezar a todo momento, sobretudo com as formas devocionais, mas a vida, enquanto forma de oração, enquanto um culto agradável a Deus. E esta ideia de constância é tão importante no que se propõe com este artigo, pois, ao lermos uma das Orações Eucarísticas (VI – D), precede-nos em aviso no que tange a dimensão social da liturgia. E podemos claramente ver esta reflexão, quando lemos

 

[D] dai-nos olhos para ver as necessidades e os sofrimentos dos nossos irmãos e irmãs; inspirai-nos palavras e ações para confortar os desanimados e oprimidos; fazei que, a exemplo de Cristo e seguindo o seu mandamento, nos empenhemos lealmente no serviço a eles. Vossa Igreja seja testemunha viva da verdade e da liberdade, da justiça e da paz, para que toda a humanidade se abra à esperança de um mundo novo. – Ajudai-nos a criar um mundo novo! (MISSAL ROMANO, “Jesus que passa fazendo o bem”, pp. 860).

Que a Igreja, sacramento e instrumento de salvação (LG, §2) possa ser testemunha para a humanidade no que concerne um mundo novo. Os parágrafos iniciais podem nos colocar defronte a grandes desafios presentes no centro da Igreja em nossos tempos, sobretudo através dos chamados “modelos de Igreja” (LIBÂNIO, 1999).   

A liturgia não esgota toda a ação da Igreja (SC, §9). Não podemos ficar só na sacristia. É importante evangelizar, catequisar, realizar ações sociais, cumprindo o tríplice múnus de Cristo-Igreja. O ensino social da Igreja ocupa lugar decisivo nos dois grandes textos do Papa Francisco de que dispomos atualmente; ocupa um capítulo inteiro da Exortação Apostólica Evangelii Gaudium (2013) – o capítulo 4, que se intitula “A dimensão social da evangelização” – e encontra-se no centro da Encíclica Laudato Si’ sobre o cuidado da casa comum, que, em seu número 15, afirma explicitamente que “esta carta encíclica se insere no magistério social da Igreja” (THEOBALD, 2004, pp. 18ss.).

Certamente, como já posto, é o “exemplo de Cristo e o seguimento do Evangelho” que constantemente determinará que 

 

[A] a Igreja caminhe com toda a humanidade ao longo das estradas da história. Ela vive no mundo e, mesmo sem ser do mundo (cf. Jo 17,14-16), é chamada a servi-lo seguindo a própria íntima vocação. Uma tal atitude — que se pode entrever também no presente documento — apoia-se na profunda convicção de que é importante para o mundo reconhecer a Igreja como realidade e fermento da história, assim como para a Igreja não ignorar quanto tem recebido da história e do progresso do gênero humano (GS, §44)

 

E o sentido que a Igreja testemunha ao mundo é de que está no encontro e no caminho do homem, como afirmou João Paulo II (RH, §1.12). Há uma explícita “camaradagem” divina, sobretudo com o aspecto universal da encarnação. Por isso também que  

 

[O] o Concílio Vaticano II quis dar uma demonstração eloqüente da solidariedade, do respeito e do amor para com toda a família humana, instaurando com ela um diálogo sobre tantos problemas, “esclarecendo-os à luz do Evangelho e pondo à disposição do gênero humano o poder salvífico que a Igreja, conduzida pelo Espírito Santo, recebe do seu Fundador. Com efeito, é a pessoa humana que se trata de salvar, é a sociedade humana que importa renovar (GS, §3);(COMPÊNDIO DOUTRINA SOCIAL DA IGREJA, §18).  

 

– Conclusão – 

Em suma, a proposta desta reflexão ainda é dispor ao leitor o que a Igreja, destacadamente, a CNBB, denominou como dimensão social da liturgia, expressa no termo – compromisso, ou seja, pensando na dinâmica da liturgia e seu sentido na vida dos batizados, onde, afirmou-se que

 

[Q] quando se tem consciência de que pecar é condição da humanidade toda, de que a unidade de todos os homens e mulheres é obra do Espírito Santo, e de que a glória de Deus é a realização de seu povo também na História, é fácil compreender que a Liturgia, além da conversão pessoal, comporta um compromisso social. O Reino de Deus que se realiza onde Deus reina por sua graça, também se explicita no pão de cada dia, na convivência fraternal e nos anseios de libertação de todo o mal. A Liturgia não nos convida apenas para ouvirmos falar do Reino, mas para nos impelir e animar a construí-lo (CNBB, Doc. 43, nº 72-73).

 

A DSI procura qualificar o empenho social e político dos cristãos, que se reconhecem nas verdades ensinadas pela Igreja e obedecem ao dever moral de coerência com a própria consciência, afastando-os da anarquia moral, característica das sociedades atuais que gera a predominância do mais forte sobre o mais fraco, minando as bases da convivência humana. Isso acarreta que

 

[A] a salvação que, por iniciativa de Deus Pai, é oferecida em Jesus Cristo e é atualizada e difundida por obra do Espírito Santo, é salvação para todos os homens e do homem todo: é salvação universal e integral. Diz respeito à pessoa humana em todas as suas dimensões: pessoal e social, espiritual e corpórea, histórica e transcendente. Começa a realizar-se já na história, porque tudo o que é criado é bom e querido por Deus e porque o Filho de Deus se fez um de nós. O seu cumprimento, porém, encontra-se no futuro que Deus nos reserva, quando formos chamados, com toda a criação (cf. Rm 8), a participar da ressurreição de Cristo e da comunhão eterna de vida com o Pai, na alegria do Espírito Santo. (COMPÊNDIO DOUTRINA SOCIAL DA IGREJA, §34).  

 

A Igreja cônscia de sua missão de evangelizar, sabedora de que a dimensão social lhe é essencial e ineludível, atenta aos sempre novos desafios e ciente de que há um novo paradigma de Francisco, assumido desde o seu nome em seu Magistério, ou seja, a opção pelos pobres, tal como foi desenvolvida na Teologia e no Magistério Latino-Americano de Medellín à Aparecida. E encerramos nossa reflexão com um convite do Papa Francisco:

 

[Q] quero que pensemos no projeto de desenvolvimento humano integral que ansiamos, focado no protagonismo dos Povos em toda a sua diversidade e no acesso universal aos três T que vocês defendem: terra e comida, teto e trabalho. (FRANCISCO, 2020)

 

– REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS –

ARANDA, A. et al. Manual de Liturgia: A celebração do mistério pascal. Introdução à celebração litúrgica2ª. ed. São Paulo: Paulus, 2007. 304p. v. I.

BÍBLIA DE JERUSALÉM. Nova edição, revista e ampliada. 5ª impressão. São Paulo: Paulus, 2008.

BOSELLI, G. O sentido espiritual da liturgia. 1ª. ed. Brasília: CNBB, 2014.

CNBB, Animação da vida litúrgica no Brasil, doc. 43, Itaici, 1989.

COMPÊNDIO DO CONCÍLIO VATICANO II. Constituições, Decretos, Declarações. 29ª. ed. Petrópolis: Vozes, 2000.

CORDEIRO, J. M. Corações ao alto. Introdução à Liturgia da Igreja. Lisboa: Paulus, 2014.

SANTOS, (Frei) Davi M. “Liturgia e vida interior”, In: ASLI, 2023. Disponível em: <https://www.asli.com.br/artigos/liturgia-e-vida-interior>. Acesso em 20 de jul. 2023.

_____. “Formados pela liturgia e para a liturgia”, In: ASLI, 2023. Disponível em: <https://www.asli.com.br/artigos/formados-pela-liturgia-e-para-a-liturgia>. Acesso em 20 de jul. 2023.

FRANCISCO. Carta Encíclica Laudato Si’, sobre o cuidado da casa comum. SP: Paulinas, 2015. 

_____. “Carta do Papa Francisco aos Movimentos Populares”, In: <https://www.vatican.va/content/francesco/pt/letters/2020/documents/papa-francesco_20200412_lettera-movimentipopolari.html> Acesso em 01 de Ago. 2023.

_____. Exortação Apostólica Evangelii Gaudium. Paulinas: São Paulo, 2013. 

FRANKL, V. E. Em busca de sentido: um psicólogo no campo de concentração. 25 ed. São Leopoldo, RS: Sinodal; Petrópolis: Vozes, 2008.

JOÃO PAULO II. Catecismo da Igreja Católica. São Paulo: Edição Vaticana, Loyola, 2000.

_____. Carta Encíclica Redemptor hominis (Sobre o Redentor do Homem, no início do ministério Pontifical de João Paulo II). São Paulo: Loyola, 1979.

JORNAL DE BARRETOS. “Definido o tema da Campanha da Fraternidade 2024”, In: <https://jornaldebarretos.com.br/artigos/definido-o-tema-da-campanha-da-fraternidade-2024/> Acesso em 25 de jul. 2023.

LIBANIO, J. B. Cenários de Igreja. Edições Loyola, São Paulo, 1999.

MARTÍN, J. A liturgia da Igreja. Teologia, história, espiritualidade e pastoral. Petrópolis – RJ: Vozes, 2022.

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THEOBALD, C., As narrativas de Deus numa sociedade pós-metafísica: o cristianismo como estilo. In: Cadernos Teologia Pública, ano VIII, n. 58, São Leopoldo, 2011.



[1] Pesquisador CNPQ, II (2023-2027). Doutorando e Mestre em Filosofia pela PUC-SP. Licenciado, em Filosofia, Geografia e Pedagogia. Especialista em Sagrada Escritura. Bacharel em Filosofia e Teologia. Pesquisador nos Núcleos de Pesquisas PUC-SP: (*) Renascimento: Ética, Política e Religião e (*) FALSAFA (Leitura e interpretação de textos medievais e árabes). Participa ainda – CEBI (divulgação da leitura popular da Bíblia) e MethÓDOS (formação litúrgica no Brasil). Contatos: [Lattes – http://lattes.cnpq.br/5998381174289714], [Canal do YouTube https://www.youtube.com/channel/UCfgSccQKqh1FxVfUwApfneg – (Canal Seu Direito de Pensar/Rodrigo dos Santos)].

 
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