LITURGIA E VIDA INTERIOR

LITURGIA E VIDA INTERIOR

 

Frei Davi Maria Santos, O.Carm¹

Introdução

A Liturgia constitui não apenas a fonte da vida interior, também, mais antes de tudo é da Liturgia que brota toda a força da vida interior. Não pode existir vida interior profunda sem uma verdadeira vivência da Liturgia, mais não apenas uma vivência que só acontece no momento do ato Litúrgico, mais se estende durante toda a vida humana. Liturgia e vida interior caminham de mãos dadas, é como se uma fosse o corpo e a outra a alma e vice-versa. “A vida cristã requer sempre uma vida espiritual, que não pode existir sem a Liturgia... A Liturgia constitui, deste modo, uma fonte viva para a espiritualidade cristã” (CORDEIRO, 2014. p. 89).

Deste modo a Liturgia se torna uma verdadeira escola que conduz ao centro da alma, onde se pode encontrar a Jesus que aí habita. Por isso a razão da Liturgia se encontra no fato de que ela é obra do Senhor, é ação sagrada d’Ele, tudo o mais que dissermos da Liturgia parte desse fator, assim sendo, se faz necessário uma melhor participação na mesma e esta só é possível diante da abertura de coração e mente a Àquele de onde nasce a Liturgia, Nosso Senhor. 

Por isso é preciso sempre lembrar que o Ano Litúrgico constitui o mais belo dos poemas, nele encontramos melodias para toda a nossa vida, justamente porque o Ano Litúrgico é uma grande e prolongada Liturgia onde nós celebramos cada mistério do amor de Deus por nós a partir da Páscoa do Senhor que é o centro e cume de toda a nossa fé. Nossa vida interior será melhor vivida a partir do momento em que mergulhando no Ano Litúrgico soubermos viver por Ele, isto é, pelo Senhor. Este é um tempo para se viver de amor, isso é o Ano Litúrgico, pois, 

A Liturgia é o momento fontal e culminante da vida espiritual, mas seria puro ritualismo se não fosse vivida com as exigências intrínsecas da vida teologal e não tivesse uma influência concreta na vida; o culto transformar-se-ia em algo abstrato se não levasse para Deus os anseios e as preocupações de uma existência concreta, vivida no dia-a-dia (CASTELLANO, 2018. p. 54).

Para que Liturgia sempre seja a fonte de onde emana a vida espiritual é preciso que Liturgia e a vida caminhem juntas, lado a lado, aquilo que é celebrado no Altar torna-se vida em nossa vida e aquilo que faz parte de nossa vida, nossos anseios e desejos, acertos e erros, virtudes e vícios, vitorias e derrotas e até as contrariedades devem ser levadas e apresentas ao Senhor para que tomando para si, Ele nos ajude a fazer de nossa vida uma eterna Liturgia, pois, “na Eucaristia e em todos os sacramentos, é garantido a nós a possibilidade de encontrarmos o Senhor Jesus e de sermos alcançados pelo poder da sua Páscoa” (DESIDERIO DESIDERAVI, 2022. n. 11). 

 

1. Liturgia, uma escola de interiorização

Toda a Liturgia é guiada pelo próprio Senhor, por isso ela é uma ação sagrada, é Ele que com o Pai e o Espírito Santo realizam e fazem com que aparentemente algo temporal venha a se tornar eterno e seja também um acontecimento Salvífico. O céu e a terra se unem e já se pode experimentar um pouco daquilo que viveremos na eternidade: a comunhão com Deus. 

Se a Liturgia terrestre é verdadeira santificação e verdadeiro culto, isso não pode ser senão porque nela se atuam de um modo diverso a mesma santificação e o mesmo culto de Cristo agora glorioso no céu, porque nos ritos da terra se repete, melhor, se manifesta, como que se duplicando, o que o Cristo mesmo faz no céu (VAGAGGINI, 2019. p. 237).

Assim a Liturgia se torna uma grande escola de aprendizagem que leva a comunhão com o Senhor. Podemos ver a Liturgia como uma escola de oração, onde o próprio protagonista desta oração é Deus, é ele que nos desperta e nos conduz a ela, e sempre podemos ter momentos de oração desde que estejamos abertos a ação do Espírito Santo em nossas vidas. 

No entanto para que a Liturgia seja uma escola de oração se faz necessário que antes sejamos pessoas de interioridade, isto é, que saibamos ouvir a voz de Deus que nos fala ao coração. Dirá Goffredo Boselli que, “se a Liturgia não educa para a interiorização, ela não atinge seu fim educativo” (BOSELLI, 2019. p. 155), isso porque a Liturgia para ser orante deve partir de uma vivência interior que nasce do desejo da união com Deus. Quando a Liturgia passa a ser interiorizada ela é vista não mais como um conjunto de rubricas que se deve observar de forma ortodoxa e nem como algo que se pode fazer do jeito que se bem quer, mais agora ela é celebrada como um grande dom de Deus para a humanidade. Pela Liturgia a Ressurreição do Senhor se perpetua e Ele permanece sempre conosco, por isso é necessária uma oração que parta do interior, da comunhão com Deus, como uma preparação para o encontro com o Senhor na Liturgia Eucarística. Sobre o perigo da não interiorização alerta o já citado autor, Goffredo Boselli, que diz, 

A dinâmica da interiorização deve, portanto, estar no coração da liturgia, porquanto, se os textos e os gestos da liturgia não chegam a ser interiorizados por quem participa da liturgia, estes textos e gestos não se tornam o alimento do cristão, não foram sua identidade profunda de cristão (BOSELLI, 2019. p. 157).

Isso tudo porque a Liturgia é ação da Igreja que trata de fazer presente a pessoa de Jesus Cristo e sua ação Salvadora. Podemos nos perguntar, o que é a Liturgia senão antes de mais nada o coração aberto do Senhor que jorra a água viva da misericórdia de Deus? Tamanha importância possui a Liturgia para a Igreja que ela ao convocar um Concílio (falamos do Vaticano II), dedica o seu primeiro documento a Liturgia, Sacrosanctum Concilium. Ela, a Liturgia é a Igreja inteira, reunida na mesma prece que diz: Vem Senhor Jesus. Será esse mesmo documento sobre a Liturgia que ao tratar do Ano Litúrgico afirma que, o mesmo “é o exercício da função do Sacerdócio de Cristo” (SACROSANCTUM CONCILIUM, 2009. n. 7), com tal afirmação se pode perceber de forma clara como a Igreja concebe a Liturgia, como algo que nasce do próprio do Senhor, não é criação humana, mais divina.  

Dela brotam todos os serviços eclesiais e sem a Liturgia, que nos traz a presença do Senhor que é a razão de nossa fé, nossos serviços e pastorais perdem o sentido e a razão de ser. Por isso é preciso uma verdadeira interiorização da Liturgia para ela seja uma escola de oração onde não apenas falamos com Deus, mas ouvimos sua voz e nos deixamos ser conduzidos por ela. 

Diz Dom José Cordeiro, “a Liturgia é a fé celebrada nos momentos mais sagrados; é a Bíblia rezada. A espiritualidade da igreja atuada e o vértice e a fonte de toda a ação pastoral da Igreja” (CORDEIRO, 2012. p. 12). 

2. Razão e importância da Liturgia 

Toda a Igreja e consequentemente todo serviço missionário encontra seu ponto de partida na atividade Litúrgica, da Liturgia provém toda a força da Igreja para anunciar a Jesus Cristo, isso pelo fato de que como já dissemos acima ela é o “exercício da função sacerdotal de Cristo” (SC 7). Por ela o Senhor se torna presente na vida eclesial, 

A Liturgia terrestre e a Liturgia celeste são uma mesma realidade e não diferem senão no modo de manifestação e de plenitude como, no conceito antigo, a imagem e a realidade que ela manifesta (VAGAGGINI, 2009. p. 237). 

A missão não teria nenhum sentido se tivesse como meta anunciar a si mesma, ou qualquer outra coisa que não fosse Cristo, no entanto na atividade missionária o Senhor ao nos enviar nos pode que batizemos, celebremos a Eucaristia e perdoemos, deste modo se pode ver que a atividade Litúrgica caminha lado a lado com o mandato missionário do Senhor, e estas estão intimamente unidos a Palavra do Senhor. A ação Litúrgica é uma longa oração porque é diálogo profundo com o Pai, é Ele com o Espírito Santo que em Jesus Cristo levam a perfeição nossas oferendas e as transformam em Corpo e Sangue do Senhor. 

A fé é algo de sublime importância na atividade Litúrgica, ela realiza aquilo que não percebemos. A ação Litúrgica sem fé acaba se tornando um perfeito teatro, quando realizado de forma organizada. A respeito da fé diz Dom José Cordeiro, “a Liturgia realiza uma aprendizagem da fé, não apenas racionalmente, mas pelos sentidos. A Liturgia é um mistério que se escuta, vê, toca, saboreia e cheira” (CORDEIRO, 2012. p. 31) o Senhor se deixa tocar por nós, é por nossa causa que se faz presente na Liturgia, para assim ficar sempre conosco, e continuando diz ainda Dom José Cordeiro, “a Liturgia vale por si mesma como o amor” (CORDEIRO, 2012. p. 31).   

O centro de nossa fé é a Páscoa do Senhor, sem ela nada existiria por que não faria sentido celebrar tanto e de forma tão bem organizada sem que isso apontasse para uma realidade maior, que é a Ressurreição e que nos garante o céu. Damos tamanha importância a vida Litúrgica da Igreja por que celebramos o Mistério do Senhor que Nascendo, vivendo e morrendo, ressuscita por nós e em uma ação Litúrgica se perpetua entre nós por meio da Eucaristia e dos demais sacramentos, como diz São Leão Magno, “assim, o que na vida do nosso Redentor era visível, passou para os ritos sacramentais” (ANTOLOGIA LITÚRGICA, 2015. p. 1207), isto é, passou para a Liturgia da Igreja. Por isso que não se deve celebrar de qualquer jeito ou ter a Liturgia em segundo plano se comparada a caridade ou assistência aos mais necessitados, uma coisa não anula a outra. 

A Liturgia, podemos dizer, é a porta pela qual o Senhor vem a nossa humanidade. Já a sua Encarnação é uma ação Litúrgica, pois nela o Senhor já começa a resgatar nossa humanidade, deste modo o Senhor exerce sua função sacerdotal como afirma a Sacrosanctum Concilium. Função essa que é exercida diariamente por meio dos Sacramentos, eles pois, evidenciam dois pontos de nossa fé, a ação e o acontecimento, segundo os Padres da Igreja, pela ação o Senhor vem ao nosso encontro e pelo acontecimento o Senhor nos salva. 

Os Sacramentos destinam-se à santificação dos homens, à edificação do Corpo de Cristo e, enfim, a prestar culto a Deus; como sinais têm também a função de instruir. Não só supõem a fé, mas por meio e elementos rituais, também a alimentam, fortificam e exprimem, razão pela qual se chamam sacramentos da fé (SC 59).

Toda vez que celebramos o Mistério Eucarístico fazemos presente a Páscoa do Senhor, o Cristo Ressuscitado, Vivo entre nós e os Sacramentos são os mais perfeitos sinais de sua presença Salvífica, diz Jean Corbon, “se a liturgia é o mistério do rio de vida que brota do Pai e do Cordeiro e se chega até nós e nos arrasta quando a celebramos, é para que toda a nossa vida seja irrigada e fecundada por ela” (CORBON, 2017, p. 151), pois sempre que a celebramos somos totalmente inebriados pela vida do Senhor. Eis a razão do zelo que se deve ter pela Liturgia. 

3. Educar para uma cultura Litúrgica

Se faz necessário a união da vida com a Liturgia. Quem diz que ama Liturgia mais sua vida permanece distante daquilo que se celebra não compreendeu realmente o que é Liturgia. A Liturgia não acontece no abstrato, no nada, ela acontece no tempo, na história, no nosso eu, por isso que educar liturgicamente é antes levar o outro a compreender que não se separa humano de divino dentro da Liturgia, os dois se unem, o Senhor desce e entra nossa história e vida para que possamos adentrar na vida divina. Não existe vida espiritual sã sem uma autêntica vida Litúrgica que una o que celebra com aquilo que se vive. Na Liturgia é o próprio Senhor que nos educa, se rezamos é ele mesmo que nos faz rezar e conduz nossa oração, não existe Liturgia que não seja conduzida pelo Senhor dentro da Igreja. A nós cabe unir a vida com o que celebramos, com aquilo que cantamos, lemos e professamos durante o ritual Litúrgico. 

Sabemos já que a celebração Eucarística não esgota a Liturgia, é claro que a Eucaristia é o centro e ápice da Liturgia, mas a Liturgia é ampla e envolve toda nossa vida e atividades. Se queremos conhecer quem ama a Liturgia é só olhar para a vida daquela pessoa e veremos se ela ama mesmo a Liturgia ou o brilho que a mesma possui e traz a nossa vida. Por isso se faz necessário que se crie uma verdadeira e bem fundamentada cultura Litúrgica, uma cultura que seja capaz de criar e lançar raízes dentro do coração do homem. Não basta falar de Liturgia, é preciso despertar para ela, é preciso fazer com que ela nasça de dentro, do interior do espírito e assim possa se exteriorizar nas atitudes e comportamentos nossos, caso contrário estaremos celebrando algo sem vida e que não consegue transmitir nada, “somente o que tem vida possui estilo” (GUARDINI, 2018. p. 40), isto é, somente aquilo que é encarnado é capaz de se tornar hábito e de ser estilo de vida em nossa vida, quando criamos uma cultura Litúrgica que nos lembra a profundidade e beleza daquilo que celebramos experimentamos em nossa existência o que Guardini afirmava quando disse que, “a Liturgia é a vida tornada arte” (GUARDINI, 2018. p. 71).

Quando somos capazes de educar para uma cultura Litúrgica mostramos aos outros o por que é o sentido das rubricas, a razão das mesmas existirem e começamos a fazer não apenas porque as regras nos pedem que façamos mais porque sabemos que aquilo possui vida, que tem um sentido de existir, é neste momento então que adoramos o Pai em espírito e em verdade, e o que fazemos agora se torna vida, flui com facilidade, não encontramos mais obstáculos para fazer isso ou aquilo, isso porque sabemos que a Liturgia já nos foi internalizada e agora ela brota de dentro do nosso ser. A Liturgia constitui uma grande escola que muito tem a nos ensinar, já alertava para isso um dos grandes teólogos do Movimento Litúrgico, o já citado Romano Guardini que diz, 

A Liturgia tem aqui muito o que dizer. Ela está cheia de ideias vivas. Ideias que nascem de um coração comovido e que por sua vez vão comover o coração disposto a ouvi-las. O culto divino está cheio de sentimento profundo, de vida emocional às vezes intensa e apaixonada. Quanta força e vibração nos salmos, por exemplo! Como fala a emoção no salmo 41, o arrependimento no ‘miserere’, o júbilo nos salmos laudatórios, a justiça revoltada nos salmos imprecatórios! Que tensão do movimento da alma entre o luto da sexta-feira Santa e a alegria da madrugada da Páscoa (GUARDINI, 2018, p. 17).

Vemos por esta fala de Guardini e não temos dúvidas que a Liturgia possui vida, está em movimento dentro de nosso de ser, tem algo a nos ensinar, mais para que isso aconteça é preciso que deixemos que ela se torne vida em nossa vida, por isso a constante insistência de uma cultura Litúrgica, não apenas para celebrar bem, também, mais que sendo assim formados levemos para nossas atividades e trabalhos os frutos daquilo que rezamos e agora começamos a viver. Por isso ela é apaixonante, se move, possui vibração, se encontra entre um sentimento de dor e alegria por algo. A Liturgia deve ser viva em nossa vida, senão estaremos apenas celebrando de qualquer jeito e no final podemos ainda dizer que o que vale é a intenção, com tal pensamento acabamos por perder a graça de sermos transformados por ela e assim pelo Senhor Ressuscitado. 

Conclusão

            Bela e profunda é a vida espiritual vivida a partir da Liturgia, em comunhão com os mistérios celebrados e que são vividos em nossa vida. Pois assim fazendo, todos os dias nascemos com o Senhor, nos convertendo a Ele, para Ressuscitar com Cristo e assim vamos diariamente sendo formados no discipulado do Ressuscitado. A Liturgia é uma grande graça para aqueles que desejam crescer na vida espiritual e um caminho seguro porque ela não nasce do nosso desejo e vontade, é ação sagrada por excelência do Senhor Jesus, que oferece como dom a Igreja. 

            Para isso é necessário se fazer a experiência da Liturgia, entrar nela com todo o nosso ser, educando e se permitindo educar nossos sentidos e afetos, por meio dos sacramentos para que assim nossa vida espiritual cresça as raízes e se torne uma árvore frondosa, deste modo, 

            A Liturgia, portanto, não será um momento passageiro ou fugaz de encontro com Cristo; exigirá, ao contrário, uma continuidade. A celebração não poderá ser um contato superficial e epidérmico, mas profundo em crescimento e amadurecimento constantes; exigirá, pois, uma interiorização (CASTELLANO, 2008. p. 58).

             Quando, portantoLiturgia e vida espiritual caminham assim, os Ritos ganham vida e nossa vida acaba se tornando um rito que é celebrado em todos os momentos. A nossa vida torna-se uma ação de graças constante. É como se nós fossemos um contínuo prefácio, que nunca termina, porque sempre temos motivo para louvar e bendizer ao Senhor, e isso não trata de uma abstração da realidade, antes, se trata de transformar a realidade naquilo que se celebramos e agora vivemos. 

            Não esquecendo, é claro, do compromisso social. Quando se une fé e vida, Liturgia e vida espiritual, se une também oração e caridade. Seria uma grande ilusão alguém passar que vive espiritualmente mais não é chamada a um compromisso com o outro, com aquele que é mais necessitado, seja lá quem for. Sabemos que alguém é uma pessoa de oração quando olhamos para sua vida. O centro da vida cristã em Jesus não é o êxtase, mais o amor, a caridade.

            Não esqueçamos, que serão os pobres que diante de Deus nos dirão se fomos mesmo pessoas de vida espiritual autêntica ou se fomos apenas fariseus. Por isso não se separa Liturgia de vida espiritual, porque na vida espiritual, humano e divino caminham juntos, não estão separados, em dicotomia, mais em união, se separamos humano de divino, estamos vivendo por viver, sem nenhuma razão maior.

 

Referências

ANTOLOGIA LITÚRGICA. Textos Litúrgicos, Patrísticos e Canônicos do Primeiro Milénio. Secretariado Nacional de Liturgia de Portugal. Fátima, 2015.

BOSELLI, Gofredo. O SENTIDO ESPIRITUAL DA LITURGIA. Brasilia-DF: Edições CNBB, 2019.

Carta Apostólica DESIDERIO DESIDERAVI. Vaticano: Paulinas, 2022.

CONSTITUIÇÃO Sacrosanctum Concilium – SC. In: ENQUIRÍDIO DOS DOCUMENTOS DA REFORMA LITÚRGICA. Secretariado Nacional de Liturgia de Portugal. Fátima, 2014.

CORDEIRO, José Manuel. CORAÇÕES AO ALTO. Introdução à Liturgia da Igreja. Lisboa: PAULUS, 2014.

CORDEIRO, José Manuel Garcia. VADEMECUM DE LITURGIA. São Paulo: Edições FONS SAPIENTIAE, 2015.

CORBON, Jean. A FONTE DA LITURGIA. 4°ed. Prior Velho-Portugal: Paulinas, 2017.

CASTELLANO, Jesus. LITURGIA E VIDA ESPIRITUAL. Teologia, Celebração, Experiência. São Paulo: Paulinas, 2008.

GUARDINI, Romano. O ESPÍRITO DA LITURGIA. São Paulo: Cultor de Livros, 2018.

VAGAGGINI, Cipriano. O SENTIDO TEOLÓGICO DA LITURGIA. São Paulo: Edições Loyola, 2009.

 

 
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