O NEÓFITO DO MISTÉRIO DE CRISTO NA EUCOLOGIA DO CINQUENTENÁRIO PASCAL
Vinícius Véras Cavalcanti Ribeiro*
À guisa de Introdução
Figura central entre os fieis nos primeiros séculos da vida da Igreja, o neófito ocupa lugar privilegiado na oração e na solicitude de todos os irmãos, por ser mais do que simplesmente um novo membro de uma ordem. Por responder positivamente ao mistério de Salvação que, para que se realize universalmente, necessita da conversão, da adesão à pessoa de Cristo e da imersão nos sacramentos, o neófito é aquele que, tendo se empenhado no caminho catecumenal, é recebido em clima festivo no corpo eclesial (NOCENT, 1989, p.10).
Etimologicamente, junção de neos e phyton, cai sobre o neófito o significante de uma nova planta, ou mais especificamente, o significado cristão de um enxerto novo, que vive, que cresce enxertado em Cristo, a verdadeira videira (Jo 15,1). O primeiro registro da palavra neófito pode ser encontrado na primeira epístola de Paulo a Timóteo, quando aconselha que os neófitos não sejam admitidos à ordem do episcopado na comunidade (1Tm 3,6), fazendo intuir que aquele que é uma planta recém enxertada no Senhor não está pronto a dar os frutos do ministério, precisando, antes, entregar-se ao processo de crescimento, no qual receberá a seiva que vem da Videira.
No correr dos primeiros quatro séculos, porém, o neófito ganha extrema visibilidade, por ser como que o mistério batismal personificado. Ele é uma das formas – das mais excelentes – como a comunidade dá-se à compreensão de que Cristo, pelo mistério pascal, deslocou o equilíbrio da história e fez com que o kairós definitivo da vida futura se tornasse presente no hoje, no agora (AUGÉ, 2019, p.52). Afinal, o neófito é, principalmente no torpor dos primeiros dias após o Batismo, o lugar teológico onde vê-se presentificado o “ânimo de quem já pertence ao tempo definitivo, embora permaneça ligado àquela história humana e cósmica que vai em direção à sua consumação.” (Idem). Por isso mesmo, o neófito é a Igreja, e os demais membros veem nele a sua própria salvação, que não tornou-se obsoleta.
Há, com certeza, razões plenamente suficientes para afirmar que, no centro do mistério pascal de Cristo, o neófito se torna oração, se torna louvor a Deus, pelo fato próprio da “restituição da inocência” (Idem, p.173) que o próprio Senhor opera na humanidade, como afirmara o antigo precônio pascal. E assim, aquela exultação batismal que era própria da primeira Oitava, vemo-la hoje na eucologia de todo o cinquentenário pascal.
O que atesta a história?
Para ilustrar a grande imponência que a figura do neófito encontrou na lex orandi, é necessário propor alguns exemplos, mui finos e preciosos, da teologia que lhe é própria, construída desde os primórdios.
Ainda no segundo século Irineu de Lião, na Demonstração da Pregação Apostólica, contribui para a teologia batismal na compreensão de que o segundo nascimento, o do grande sacramento iniciático, arranca a pessoa do simples pertencimento natural a uma cadeia hereditária, e a coloca na dinâmica da deificação, isto é, da divinização, ao imprimir no neófito a identidade de filho de Deus: “(...) o batismo é o selo da vida eterna, o novo nascimento em Deus, de modo que já não somos mais filhos de homens mortais, mas de Deus indefectível” (Demonstração da Pregação Apostólica, 3).
Tertuliano, entre os séculos II e III, em De Baptismo, que desvela os mistérios do sacramento, traz recursos tipológicos que aparecerão nas catequeses mistagógicas também do século IV, como é o caso da referência à passagem do mar vermelho na libertação da escravidão (Ex 14), mas talvez sua mais célebre afirmação seja aquela que relaciona os batizados aos peixinhos, que só sobreviverão se permanecidos na água [batismal]: “(...) Nós, os peixinhos, segundo o nosso Peixe, Jesus Cristo, só nos salvaremos se permanecermos na água”. (O Batismo, 1).
Pelas catequeses de Jerusalém, no século IV, Cirilo é indiscutivelmente um dos mais importantes mistagogos batismais, com obra especificamente direcionada aos neófitos. Para ele, o tempo de rezar o batismo recebido, isto é, a mistagogia, é sumamente importante, é, na verdade, indispensável, porque tendo visto cair sobre o si o banho da regeneração, o batizado está seguramente pronto para ser carregado pelo mão aos prados da compreensão luminosa do que se lhe aconteceu nas águas:
“Como aquele que está na noite nada enxerga e ao contrário o que está no dia tudo enxerga na luz, assim vós na imersão, como na noite, nada enxergastes; mas na emersão, de novo vos encontrastes no dia. E no mesmo momento em que morrestes, nascestes. Esta água salutar tanto foi vosso sepulcro como vossa mãe. E o que Salomão disse em outras circunstâncias, sem dúvida, pode ser adaptado a vós: ‘Há tempo para nascer, e tempo para morrer’ (Ecl 3,2). Mas para vós foi o inverso: tempo para morrer, e tempo para nascer. Um só tempo produziu ambos os efeitos e o vosso nascimento ocorre com vossa morte.” (Cat. Mist. II,4).
A peregrina Egéria, tendo ido à Jerusalém também no século IV, para relatar como se dava a vivência espiritual dos cristãos naquele centro da fé, apresenta a abissal passagem existencial que vivem os catecúmenos quando de sua descida às águas, pois a eles, sem o batismo, não podem ser ditos “os mistérios mais secretos de Deus” (MARTINS, 2017, p.229). Após, entretanto, a iluminação, durante a oitava, enquanto o bispo pronunciava a mistagogia, discorrendo sobre cada uma das coisas vividas na vigília, eram “tantas as vozes dos que dão louvores, que as suas vozes são ouvidas para além da igreja. De fato, assim ele desvela todos os mistérios, de modo que ninguém possa deixar de ser comovido por essas coisas”. (Idem). Esta alegria se transformará em oração, e toda a Igreja dela partilhará durante a páscoa no cuidado com os neo-batizados, que se manifestará belamente na eucologia posterior.
No ocidente, ao mesmo tempo, está o importante bispo Ambrósio, que deixou em De Sacramentiis e De Mysteriis a riqueza da liturgia e da mistagogia milanesas, da qual Agostinho de Hipona é filho. À semelhança de Cirilo de Jerusalém, Ambrósio de Milão utiliza-se da tipologia na mistagogia batismal, e as figuras veterotestamentárias são por ele veementemente atualizadas no mistério pascal. Exemplo disso é a explicação da relação entre a impetuosidade das águas do dilúvio (Gn 6) e o poder das águas do batismo: “Não seria, pois, então o dilúvio o que é o batismo? Por este último são apagados todos os pecados, enquanto apenas o espírito e a graça do justo ressuscitam” (De Sacramentiis, II,2).
Entre 391 e 430 d.C., estão os famosos sermões de Agostinho de Hipona, nos quais se pode encontrar homilias catequético-mistagógicas, que prestam precioso serviço à eucologia pascal, precisamente no tocante à compreensão do oitavo dia, o Domingo, que não é mais o primeiro dia de uma semana, mas a imagem do dia sem fim em Deus, dia donde promana a alegria que “dilata-se para cinquenta dias vividos como um único dia festivo jubiloso” (AUGÉ, 2019, p. 139). Ademais, a partir da teologia construída em torno das vestes brancas dos neófitos, a Igreja pôde assumir para todos os demais batizados a instrução quanto à vigilância em relação à pureza batismal: “As vestes brancas, através das quais se grava na vossa memória, como se fosse uma palavra visível, o gérmen de luz presente na vossa vida nova, mudai-as, sim, mas sem mudar o que elas simbolizam: o resplendor da luz da fé e da verdade.” (Sermão 260 C,7). Certamente, esta admoestação de Agostinho sobre as vestes, que simbolizam também a condição de nobreza dos filhos de Deus, pode ser tomada por base daquilo que consta, por exemplo, na oração coleta do III Domingo da Páscoa no atual missal, isto é, o pedido de que aqueles que recuperaram a condição de filhos não esmoreçam na esperança da Ressurreição final.
Como vê-se, conforme a história eclesial vai se desenvolvendo, no ambiente litúrgico, - para onde convergem as aspirações de todos os crentes - as antigas figuras bíblicas passam a reverenciar a grandeza do mistério cristão, e desse modo vai-se formando um corpo eucológico bem estruturado, que não poderia ser desenraizado da Sagrada Escritura, e para o qual a teologia mistagógica é indispensável.
Os neófitos se tornam Oração
Sabe-se que a mistagogia pascal dos primórdios tornou-se meio eficaz de, mais que recordar os mistérios celebrados na noite santa, contribuir para a indelebilidade da ação sacramental, que necessita de assentimento psicológico, afetivo e principalmente espiritual. Mas no século VII, quando surgem os sacramentários, portadores da herança celebrativa que vinha se formando desde a era apostólica, a mistagogia já não tem a mesma forma, e o conteúdo já não pode ser passado como antes, já que a maioria dos batizados era de crianças. Afirma o Ordo Romanus XI, de por volta do ano 600 d.C.: “A seguir, durante toda a semana pascal, (as crianças) vêm à missa todos os dias, e os seus pais oferecem por elas.” (OR XI, 104). Na mesma direção vai a carta de João, um diácono do século V, a Senário de Ravena, que afirma: “(...) Dizemos (...) que todos estes (ritos de batismo) se realizam mesmo quando se trata de crianças, apesar de, pelo fato de sua pouca idade, não poderem compreender ainda nada.” (João Diácono, Carta a Senário de Ravena, 3).
Ora, obviamente é verdade que em todos os tempos da Igreja os recém batizados sempre foram motivo da oração dos fieis, mas neste tempo em que fenece a disciplina mistagógica como era vivenciada antes – já que como não compreendiam o que se lhes passava no batismo, os infantes também não podiam compreender o caminho mistagógico – é também verdade que os neófitos, maioria ainda na inocência da infância cronológica, passam a não ter o alcance noético de sua inocência espiritual. Não obstante, a liturgia continua a dar-lhes lugar de destaque na oração pascal. Aqui é, porém, preciso compreender todo o cinquentenário como uma unidade festiva, iniciando naquela que Adam chama de “pequena oitava” (ADAM, 2019, p.61) – em relação à grande oitava dos cinquenta dias –, e encerrando na solenidade de Pentecostes, que faz memória da plenitude do Espírito que se ganhou no batismo.
Na segunda-feira da Oitava o formulário da missa propõe a oração coleta como se aquele que preside tivesse diante dos olhos os novos filhos: “(...) concedei que por toda a sua vida estes vossos servos e servas (...)” (Missal Romano, 1992, p.297), ao pedir para eles a graça da fidelidade ao batismo recebido. Semelhantemente, na terça-feira da Oitava a prece da Igreja, na oração pós-comunhão é que os neófitos tenham um coração preparado pelo próprio Deus para que alcancem a felicidade que se prenuncia na participação nos sacramentos (Idem, p.298). Já na quarta-feira, a antífona de entrada convoca à posse do reino: “Vinde, benditos de meu Pai: tomai posse do reino preparado para vós (...)” (Idem, p.299), fazendo intuir sobre a realeza da porta deste reino, que é o batismo após a profissão de fé. Na quinta-feira, também na beleza da antífona de entrada, vê-se o louvor a Deus por dotar de parrhesía os neófitos do mistério: “(...) pois vossa sabedoria abriu os lábios dos mudos, e tornou eloquente a língua das crianças, aleluia!” (Idem, p.300). Certamente, as crianças são os infantes da fé, sobre os quais desce o Espírito que faz falar, que faz chamar Deus de Pai, como afirma Taborda:
“(...) O Espírito desce sobre Jesus, como desce sobre o batizando. É o Espírito que cria no ser humano a condição de filhos no Filho, dom do batismo, e por isso o dota de parrhesía, o direito de falar: primeiramente ao próprio Pai, a quem se dirige não mais como escravo, mas na confiança filial; em segundo lugar, o direito de falar em público, diante de todos, para proclamar ‘as excelências daquele eu vos chamou das trevas para a sua luz maravilhosa’ (1Pd 2,9) e dar a todos os que o pedirem, razão de sua esperança (cf. 1Pd 3,15)” (TABORDA, 2001, p.130).
Na sexta-feira da Oitava, ao fazer, na antífona de entrada, forte referência tipológica à passagem do mar de Ex 13,17ss, a oração coleta eleva a Deus o louvor pela restauração da aliança, da qual os neófitos são os mais atuais beneficiados. No sábado, por fim, certamente referindo-se à antiga tradição de que, quando já não no próprio sábado – completados oito dias do batismo –, mas no domingo seguinte as alvas seriam depostas ante o altar, a oração coleta pede, de Deus, para os que renasceram nas águas, a veste da imortalidade.
Como se pode compreender, a eucologia da oitava lança as bases para toda a oração da páscoa, já que agora, conforme orienta o RICA no número 40, o acompanhamento mistagógico pode ser feito durante o tempo pascal inteiro: “Como a índole e a eficácia próprias desse tempo provêm dessa experiência nova e pessoal dos sacramentos e da comunidade, o lugar primordial da ‘mistagogia’ são as chamadas ‘missas pelos neófitos’ ou as missas dos domingos de páscoa’”. (RICA, 40).
A Missa in Albis
Todos os domingos pascais, dada a orientação do RICA, tornam-se, então, lugar de se fazer mistagogia batismal. Esta dá-se em uma relação de intimidade entre os introdutores e os neófitos, e entre estes e os ministros ordenados que estejam encarregados da cura d’almas na comunidade. Obviamente é perceptível a reformulação, já que como afirmara Egéria, no século IV quem oficiava as mistagogias era a pessoa do bispo, responsável por conduzir à compreensão mais acurada do sacramento. Atualmente, ao pedir que os neófitos, com a sua comunidade, progridam “no conhecimento mais profundo do mistério pascal e na sua vivência” (RICA, 37), coloca-se a responsabilidade em todo o povo sacerdotal.
Ademais, porque não é simplesmente um dispensar de conhecimentos já obtidos e bem enraizados em quem a ministra, a mistagogia configura-se como uma oportunidade de melhor compreender os mistérios, fazendo com que o sacramento recebido não seja somente sentido – já que toca a dimensão somática da pessoa –, mas seja alcançado epistemologicamente a partir dos sentidos, com profundidade. Só então o processo de iniciação poderá achar-se completo. Isto é exatamente o que pede a Missa do Segundo Domingo da Páscoa, ou Missa in Albis.
Era no domingo após o batismo que, originalmente, depunham-se as vestes recebidas na noite da Vigília. Eram colocadas frente ao altar, e disto Agostinho de Hipona é testemunha, como viu-se acima, mas já no século IV, em Jerusalém, o costume existia, dado que os padres de então deixaram registrada a teologia das vestes.
Uma característica mui evidente da continuidade da disciplina mistagógica é que, pelo menos, nos três primeiros números do RICA há a indicação de que a páscoa é tempo de entender mais profundamente o que aconteceu no batismo; fala-se em progredir no conhecimento (n. 37), em obter conhecimento mais completo e frutuoso (n. 38) e em adquirir novo impulso e nova visão das coisas (n. 39). Certamente aí se pode encontrar a referência à teologia da graça, que não caminha sem a dimensão da liberdade, isto é, é necessário que o neófito queira entender o que lhe aconteceu, e a partir dessa abertura da vontade, a Igreja direciona, como única autorizada para isso, o aprofundamento da fé em Cristo Salvador. Isto decerto acontece de forma tão excelente quanto aquela do catecumenato, e assim a mistagogia não pode ser pensada como de menor importância.
Maior evidência se encontra, ainda, no próprio formulário da Missa in Albis, especificamente na oração coleta, que vem do Missale Gothicum, de meados do século VIII, e lá figurava no número 309. Era uma oração ad nomina, categoria de preces que encerravam a oração dos fieis; nela se pede: “(...) aumentai a graça que nos destes, e fazei que compreendamos melhor o batismo que nos lavou, o espírito que nos deu nova vida, e o sangue que nos redimiu” (Missal Romano, 1972, p. 303). A prece é epistemológica: é para que se compreenda melhor, para melhor pertencer, para pertencer de forma plena. Compreender melhor o batismo, para que não se volte a sujar-se pelo pecado; compreender o crisma que consagrou e deu o dom de parrhesía, para que não se volte ao silêncio dos que não creem; compreender o alimento eucarístico, o sangue do Senhor, que sacia plenamente, para que não se queira alimentos outros e ineficazes.
Por fim, a herança teológico-mistagógica tem muito a contribuir com a oração da Igreja nos dias de hoje. Vale, na verdade, para todos, a oportunidade de conhecer melhor a estrutura iniciática da Igreja, seus passos, sua teologia, principalmente em tempos onde o costume simplesmente dispensatório ainda ronda à espreita. Para que se crie, então, um ambiente favorável à iniciação cristã tradicional, que, tocando a liberdade, é capaz de dar mais profundidade à fé dos que creem em Cristo, é necessário, mais do que nunca, retornar a essas fontes, já que as provocações fontais são capazes de inquietar os já batizados, para que não se perca de vista o entusiasmo de pertencer a Cristo e à Igreja.
ADAM, Adolf. O Ano Litúrgico. Sua História e seu Significado segundo a Renovação Litúrgica. Edições Loyola, São Paulo: 2019
AMBRÓSIO, Santo, Bispo de Milão. Os Sacramentos e os mistérios: iniciação cristã na Igreja Primitiva. 1. Reimpressão – Petrópolis, RJ: Vozes, 2016.
Antologia Litúrgica, Textos litúrgicos, patrísticos e canónicos do primeiro milênio. Secretariado Nacional de Liturgia, Casa Santa Ana – Santuário de Fátima. 2 Ed: Fátima, 2015.
AUGÉ, Matias. Ano Litúrgico: é o próprio Cristo presente na sua Igreja. (Coleção fonte viva). São Paulo: Paulinas, 2019.
DE JERUSALÉM, Cirilo. Catequeses Mistagógicas. Edição 1 - Petrópolis, RJ: Vozes, 2020.
DE LIÃO, Irineu. Contra as Heresias. São Paulo: Paulus, 1995. – (Patrística).
– Demonstração da Pregação Apostólica. São Paulo: Paulus, 1995. – (Patrística).
MARTINS, Maria Cristina. Peregrinação de Egéria, uma narrativa de viagem aos Lugares Santos. Uberlândia, EDUFU, 2017
NOCENT, A (ET AL.). Os Sacramentos: Teologia e História da Celebração. São Paulo: Ed. Paulinas, 1989
SAGRADA CONGREGAÇÃO PARA O CULTO DIVINO. Missal Romano. 2ª ed. 10ª reimpressão. São Paulo: Paulus, 1992.
SAGRADA CONGREGAÇÃO PARA O CULTO DIVINO. RITUAL DE INICIAÇÃO CRISTÃ DE ADULTOS. Tradução Portuguesa para o Brasil da edição típica. – 5ª Edição. São Paulo – SP: 2013.
TABORDA, Francisco. Nas Fontes da Vida Cristã: uma teologia do batismo-crisma. 3. Ed. rev. – São Paulo: Edições Loyola, 2012. – (Coleção Theologica).
*Graduado em Filosofia e Teologia pela Universidade Católica de Pernambuco, formando para o ministério ordenado, pertence à diocese de Afogados da Ingazeira, no sertão pernambucano.