O SILÊNCIO ANTES DO INÍCIO DA MISSA: AÇÃO MOTRIZ DA PARTICIPAÇÃO CONSCIENTE E SAUDÁVEL

O SILÊNCIO ANTES DO INÍCIO DA MISSA: AÇÃO MOTRIZ DA PARTICIPAÇÃO CONSCIENTE E SAUDÁVEL

Anderson Cata-preta*

 

“Dai graça a todos os servos,

no vosso sangue lavados,

para vencermos o tédio,

a morte e todo o pecado.

Não nos deprimam as culpas,

nem nos inflame a vaidade;

não caia a mente abatida,

nem caia a mente elevada”

(ORAÇÃO DAS HORAS, p.1004)

 

 

Introdução

O artigo, anteriormente publicado, sobre o silêncio: “O silêncio pós comunhão: ação ritual que promove a saúde mental dos presentes” (CATA PRÊTA, 2023) apontou e provocou outras portas para o diálogo sobre este tema. Motivado por uma realidade sedenta de argumentação coerente e fundamentada, proponho ao leitor darmos passos sobre esse campo e vasto recurso do silêncio que não pode se calar. Talvez soe, de forma literal, um conflito sonoro, todavia urge em nosso tempo tamanha reflexão, dessa Igreja que possui uma atividade terapêutica em sua estrutura litúrgica-sacramental (DAL PINO, 1998, p.148).

O texto poderá acometer um estupor no leitor diante de situações delicadas que, por muitas vezes, passam despercebidas. Encontramos no quinto parágrafo do artigo mencionado acima que a música é um meio pelo qual se estimula a produção de neurotransmissores do cérebro, que são responsáveis pela comunicação entre os neurônios e que provocam o nosso bem-estar. Naquele momento me atentei a um deles, que fora a dopamina, e a um contexto específico dentro do rito da missa. Agora, passaremos a verificar outro neurotransmissor: Serotonina, em outro contexto. A partir daí verificaremos a situação que desejamos refletir, delimitando nosso objeto de estudo e as situações que geralmente encontramos, verificaremos a existência promotora do silêncio antes da missa e possíveis equívocos desreguladores e suas consequências.

O silêncio precede o rito? 

Já algum tempo tenho me deparado com a insistência de subsídios, ministros ordenados, músicos e comunicadores em enfatizar a existência de “refrão orante” antes da celebração da missa. Desejo apontar algumas evidências.

Pelo que podemos observar da relação da música com atividades que exigem concentração já teríamos argumentação para que não existisse esse cântico antes da missa: para os estudos neurológicos a música, tanto ouvida ou produzida ao aprender um instrumento, estimula habilidades para tarefas futuras a longo prazo (SOUZA, 2016); estimular atividades isocronicamente não é com música com letra, e sim, uma música instrumental e em frequência específica (MACKENZIE, 2020); por fim, na teologia litúrgica uma crítica: já o pietismo substitui a dura espiritualidade por uma plenitude da alma interior. Sua religião da interioridade é [...] igualmente dualista (GUARDINI, 2023, p.59). Digo, grandes semelhanças à prática gnóstica do segundo século (DAL PINO, et al, 1998, p.58-60). Sem precisar considerar (honestamente) que nada mais é que uma substituição do comentário feito por um leigo ou pretexto para as pessoas não ficassem conversando dentro da Igreja. 

É importante reiterar que não existem estudos específicos ou evidências, quanto menos algo conclusivo, que comprovem o estímulo de concentração pela música com texto a outra tarefa. Mas o silêncio é um potencializador em comunicação e expressão relacional, por isso uma prática terapêutica como se desenvolve no decurso da celebração em consonância com uma teologia terapêutica (DAL PINO, 1998, p.154). Assunto para o contexto dentro da celebração e não antes dela.

Refletido sobre o que tem ocupado o espaço do silêncio, caminharemos para outro ponto importante que precisamos considerar que é nossa realidade social: nosso dia a dia é cada vez mais preenchido por diversas atividades e informações. Somos expostos a diversos sons e todos esses fatores nos expõem à sensibilidade psicológica. E, desta forma, chegamos nas celebrações desgastados mentalmente. Esse é um fator de diminuição da serotonina. Assim dizendo, temos uma realidade com ausência dessa pausa, não há silêncio que estimule a sinapse cerebral. Esse neurotransmissor é necessário para o nosso cotidiano. A ausência do estímulo desse neurotransmissor ao longo da vida já é encontrada e evidenciada como demência fronto-temporal (TEIXEIRA JUNIOR, 2006). Além da exposição no cotidiano, ao chegarmos no templo, as realidades não são tão satisfatórias.

A Instrução Geral do Missal romano, no final do número quarenta e cinco, indica o silêncio antes da celebração com a flexão do verbo convir na segunda pessoa do singular, no modo imperativo afirmativo, e a sua relação com a ritualidade: ordem, convite e súplica. É próprio de nossa natureza, “o corpo é objeto inclusivo da liturgia, da palavra performativa, que se manifesta, através da disciplina física, em gestos que nasceram da imposição interior da liturgia” (GONÇALVES, 2022, p. 58). Trata-se de uma formatio corporis (GUARDINI, 2023, p.63), um moldar de forma correta.Portanto, o silêncio é um preparar litúrgico, fornir como ordem do próprio Jesus (IGMR, n. 1).

Um grande desafio que encontramos para alcançar o silêncio no início da celebração é proveniente da falta de iniciação cristã das pessoas, que precisam ser instruídas na amplitude que o silêncio sugere: “favorece a intimidade, a consciência, os sentimentos e atitudes interiores, prepara o espírito para o que se vai celebrar. Neste sentido, já antes da celebração se deve guardar silêncio” (GONÇALVES. 2022, p.66). Outrora, era o comentarista que iniciava a oração da Ave Maria para que as pessoas parassem de falar, ou a regulagem de som interminável por parte dos músicos. Ressalto aqui que a breve orientação dos cânticos da missa e respostas cantadas da assembleia não é um problema, porém sempre feita de forma sobrea e objetiva.

Síndrome Serotoninérgica e aspectos da realidade brasileira

No tópico anterior foi citada a ausência da serotonina causada por excesso de ruídos e realidades que causam exaustão mental. Por outro lado, precisamos também observar como se dá e o que aconteceria se nos apropriássemos ainda mais dos eventos que estimulam a serotonina. E se engana quem porventura deseja continuar as próximas linhas sem considerar que o estudo do corpo e saúde é algo que já se clama a décadas como reflexão na igreja: “A recuperação do valor do corpo irrompe na teologia efetivamente neste século e se firmou nas últimas décadas [...] em virtude de uma unidade vital, de uma totalidade indissolúvel” (DAL PINO, 1998, p.399).

As atividades geradoras de prazer liberam serotonina. Imagine você ter saído de um ambiente sonoro hostil com buzinas, barulho de motores, obras e tantas outras possibilidades e adentrar dentro do templo. Inicia sua permanência no templo ao som de uma música suave, bem interpretada, com palavras repetidas que evidenciam o quão você é importante e especial. Não seria uma atividade prazerosa? Pois bem, só o local já lhe traria outras formas de liberação do neurotransmissor como a sua respiração mais lenta, um ambiente com temperatura mais agradável, e o encontro com pessoas que você tem afinidade (MOREIRA, 2023), não havendo necessidade de indução com música. Uma vez que podemos encontrar como estimulante natural de serotonina, o silenciar é que tem reguladora liberação se o estado atingir a consciência silenciosa. Aqui vale lembrar o que já citei no artigo anterior: não é o ato de ficar em silêncio inconsciente ou individualista, o que chamamos de mindfulness que é conflitante ao que acreditamos e celebramos (CATA PRÊTA, 2023).

Mas, qual problema em estimular ainda mais a serotonina? As pesquisas científicas apontam que o excesso de serotonina pode desenvolver nas pessoas uma síndrome que é grave e na maioria dos casos fatal (SÃO LUIZ, 2023). Os manuais de doenças apontam que, comprovadamente, os casos de serotoninérgica podem ocorrer “com o uso de fármacos terapêuticos, autointoxicação ou, mais comumente, interações não intencionais de fármacos quando são utilizados 2 agentes serotoninérgicos [e] pode ocorrer em todas as idades.” (MANUAL MSD, 2023). 

A princípio, comprovadamente, se faz necessário o uso de fármacos próprios com agentes específicos, não descartando que, além destes que possuem maior concentração de provocadores, a existência de estimulantes em potencial. (VITAT, 2023). Mas, o leitor deve estar a perguntar: o que isso tem a ver com silêncio na liturgia? A resposta é muito objetiva. Primeiro é que a nossa sociedade brasileira, segundo a OMS é um dos países mais ansiosos do mundo (EXAME, 2023), hoje possui números assustadores quanto o nível de uso de medicamentos sem orientação que aumentam a produção de serotonina: antidepressivos (EXTRA, 2022). E dentro desses números se destacam as mulheres (VEJA, 2020), que também são o maior número em nossas assembleias. 

Segundo ponto é que é impossível saber quem está sob uso de medicamento, a quantidade de miligramas ingeridas e como cada organismo está reagindo. Portanto, é irresponsável estimular um ambiente e uma exposição sonora que, de forma impactante e atrelada a outras situações já citadas, induza ainda mais à interação e liberação de serotonina. A música pode potencializar a ação do neurotransmissor e, como já apontam pesquisas, desenvolver iatrogenia nas pessoas com o excesso desse veículo de sinapse neural (GATTINO, 2015).

Uma das situações mais imediatas é a ação no lobo fronto-temporal. Como é um neurotransmissor que está diretamente relacionado a parte frontal de nosso cérebro, também é responsável pela nossa memória, humor e aprendizado (CAMARGO, 2023). Parte cerebral necessária para o estado de consciência e para ações.

O silêncio antes da missa: remédio que equilibra e estimula

Galgamos por uma teologia terapêutica que, assim como a ciência litúrgica, visa a redescoberta da totalidade da pessoa: “considerado como o resultado das mútuas relações entre os elementos físicos, emocionais, intelectuais, espirituais, etc. [...] se inclina sempre mais para superar o dualismo alma-corpo" (DAL PINO, 1998, p.157). Retomamos o conflito da incompatibilidade de música antes do início da celebração. A música proposta com repetições, texto curto e melodia envolvente, em nada contribui como estímulo para participação e sim para introspecção e relaxamento, movimento que não é o solicitado pelo rito que nos exige ir ao encontro: “fiquei alegre quando me disseram, vamos a casa do Senhor” (Salmo 122, 1) e com o que contemplamos do magistério atualmente: “Peço, porém, que não se entenda o silêncio orante como uma evasão que nega o mundo que nos rodeia” (FRANCISCO, 2018). Aliás, o uso que se apropria da negação do mundo é uma prática que nega o sensorial através da ação terapêutica do nirvana (DAL PINO, et al, 1998, p.54), que não é o intuito do culto católico. 

Essas evidências podem conectar ou desconectar o homem e mistagogia, memorial e celebração, liturgia e vida, necessitando direcionar a forma, com características próprias da ação que se propõe: “a escuta é um fenómeno que propicia a relação: o indivíduo em contato com o mundo.” (GONÇALVES, 2022, p.17). Portanto, atitudes que substituem o silêncio antes e durante a celebração da missa são ações deliberadas e sem fundamentação, nada mais são que subjetividades que colocam o homem no centro (COSTA, 2014, p.44).

Continuaremos a valorizar os benefícios do silêncio, minutos antes da celebração iniciar:

a) Despertar o sistema simpático do cérebro: em pleno funcionamento se concatena com a celebração mais instrutiva (CNPL, 2015, p.150). Evidenciado pela comunidade reunida, ouvidos dispostos a escuta, comunidade que precede também como dado teológico (BOSELLI, 2019, p.61-62)

b) Melhora da capacidade de atenção: a concentração espiritual é comprometida pelo excesso de verbalização (CNLP, 2015, p.153). Além disso, o silêncio não nega a música, como já observamos outrora, como também uma forma musical (CATA PRÊTA, 2023). Apenas é preciso observar e promover a devida colocação como arranjo que se encaixa harmonicamente. O silêncio emoldura, recria, realça, se realiza na relação com a música (GONÇALVES, 2022, p.38).

c) Evitar a saturação e uma agitação: “do silêncio brotam as melhores palavras” (ALDAZABAL, 2010, p.285). Como também nos preserva dos “exercícios de imersão em nós mesmos, uma espiritualidade de esvaziamento (RATZINGER, 2019, p.175).

d) Justa ressonância: “é na pausa da palavra que emerge o sentido, é no branco do texto que se trabalha o espírito [...] a possibilidade de ecoar nos corações e nas mentes, para que o Espírito de Deus possa operar (CNPL, 2015, p.150). O silêncio, “ativa o espírito, em vida, a uma forma sensível, palpável” (GONÇALVES, 2022, p.34). Trata-se de um “silêncio comum, oração comum, ação comum: é um estar a caminho ao longo de nossa cotidianidade na direção do Senhor, para a contemporaneidade com Ele. (RATZINGER, 2019, p.176)

e) Participação ativa: o magistério da Igreja considera condição importante para que a celebração seja ativa: “favorecem tal disposição interior, por exemplo, o recolhimento e o silêncio durante alguns momentos pelo menos antes do início da liturgia” (BENTO XVI, 2007, §55).

Encontramos um terreno preparado, assembleia estimulada para a participação nas músicas e em tudo que acontecerá na celebração de forma consciente, ativa e frutuosa.

Considerações finais

A liturgia é dinâmica! Não cabe considerar que o culto católico fique por de trás dos que manuseiam o microfone, mas de permitir que a expressão de uma assembleia devidamente iniciada se manifeste, se reverbere e se comunique ao sagrado. Ou seja, é preciso deixar de lado os penduricalhos e as práticas que desejam sempre ocupar o espaço que cabe ao silêncio. Tal conduta incansável é um indício claro que a necessidade de recompensa pela música, ou seja, necessidade de dopamina está bem alto. O uso de músicas antes da celebração não possui evidências de colaboração, pelo contrário, e ficaram claros os conflitos para o intuito e ação litúrgica.

Ressalto que em nenhum momento é uma crítica à música na liturgia, mas, sobretudo, dar o verdadeiro valor de serva ao rito e não de penduricalho ou enfeite. Outro ponto importante que deve ser considerado é que não existe crítica a forma com que outras religiões ou condutas terapêuticas utilizam o silêncio ou música, pois existem evidências que promovem bem-estar no seu contexto, mas foram postas em relação ao objetivo e sentido do culto e se percebe que não há concordância.

No início da celebração a estimulação do sistema nervoso simpático abre as portas para construir e consolidar também no corpo o que mistagogicamente será encaminhado e espiritualmente se realiza no meio de nós. Optar pelo silêncio intermitente, coerente e consciente é uma escolha saudável e servirá de força motriz para iniciar a celebração da missa.

 

 

 

 

 

 

Referências bibliográficas

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*Pós-graduando em Neurociência, Música e Educação. Musicoterapeuta, Psicopedagogo e Especialista em práticas musicais para espaços religiosos brasileiros. andersoncatapreta@yahoo.com.br

 

 
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