OS SACRAMENTOS: ENCONTRO REAL OU SIMBOLISMO VAZIO
Frei Luis Felipe C. Marques, OFMConv.
O realismo sacramental sempre foi objeto de investigação e reflexão em muitos campos do fazer teológico. A história encontrou nomes, sublinhou categorias e estabeleceu normativas para o refletir e, sobretudo, para celebrar os sacramentos. Encontramos profundas teologias, mas também diversas controvérsias que acabaram por dificultar o conteúdo teológico e afastar dos sacramentos a questão litúrgica. Dessa maneira, no nosso tempo, torna-se fundamental e significativo localizar os sacramentos no seu lugar verdadeiro e na realidade da sua eficácia.
Os tratados teológicos sobre os sacramentos oferecem todo o desenvolvimento da questão sacramental ocorrida na história. Ligados às sistematizações históricas, os sacramentos foram marcados por fortes objetivismos, como “coisas” que “contêm” a graça. Esses são uma espécie de instrumentos materiais que de modo invisível produz efeitos invisíveis por seu próprio dinamismo. Assim, a reflexão dogmatizada, mesmo que necessária, acalorada pelo moralismo da Idade Moderna, acabou por afastar os sacramentos da ação ritual, rompendo toda a possibilidade de sentido eclesial e humano. No entanto, mesmo conscientes dessa problematização, não podemos reduzir a Tradição aos seus defeitos, pois a vida é mais rica dos que as teorias. É muito imprudente e improdutivo agarrar-se as tradições contextuais na tentativa de não atualizar e redescobrir as riquezas do dom de Deus.
O Movimento Litúrgico do último século e o Concílio Vaticano II – ao recuperar a Tradição – acentuou o estudo e abriu novas possibilidades. Alguns termos e expressões tradicionais tornaram-se insensíveis à linguagem e deixaram de significar a graça nos sacramentos. Contudo, deformações à nível teórico, vinculadas pelo vocabulário usual e reforçadas por algumas práticas litúrgicas, continuam dificultando o entendimento comum e contaminando os pressupostos teológicos (QUEIRUGA, 2012, p. 38).
O ML reconhecendo a parte saudável da Tradição fez questão de começar a trabalhar naquela “doente”, introduzindo o progresso legítimo como remédio aos problemas históricos e abstratos em torno dos sacramentos. Consequentemente, possibilitou que o Concílio Vaticano II, em Sacrosanctum Concilium, reconhecendo que “no decorrer dos tempos se introduziram certos costumes nos sacramentos que tornam hoje menos clara a sua natureza e o seu fim”, pedisse a revisão de todos os ritos sacramentais na intenção de refletir sobre a dinâmica identitária dos sacramentos (SC 62-79) e de resgatar o que é essencial: a participação no mistério de Jesus Cristo (LG 11).
A reforma foi, portanto, motivada pela necessidade de recuperar plenamente e para todos a dinâmica ritual e orante, a participação ativa. Não se trata de uma reforma intelectual, mas sim de uma mudança de perspectiva e de recuperação experiencial em vista de uma forma nova e original de compreender a verdade dos sacramentos, equilibrando sensibilidade e intelecto. Entretanto, toda essa dinamicidade exige uma mente renovada e uma abertura fundamental ao dom do Espírito.
A problemática da questão sacramental
O óbvio nem sempre é o compreendido. Tratando os sacramentos a partir de um óbvio conteúdo, ou melhor, simplesmente, como “meio” que “causa” a graça, observamos a fragilidade da compreensão e o distanciamento da categoria litúrgica. Até mesmo alguns autores clássicos, reduzindo os sacramentos à forma e ao conteúdo, ao uso e à essência, acabaram contribuindo para a superficialidade da questão sacramentária. Assim, desenvolveram-se compreensões vulgares dos sacramentos, que acabaram transformando-os em objetos sociais e de controle.
O juridicismo também foi um fator que muito contribuiu para uma visão equivocada e prejudicial, pois converteu os sacramentos em meras obrigações preceituais, disciplinares e morais. O tempo objetivo do rito reduziu o tempo do sujeito celebrante. Os sacramentos, nessa dinâmica, passaram a ser considerados como instituição, instituição jurídica e estrutura eclesial. O sujeito celebrante ficou comprometido e excluído da ação sacramental (GRILLO, 2022, p. 98).
Aliada às conjunturas históricas está a visão do agir dos sacramentos, em muitos setores da Igreja, de forma quase mágica, deixando de lado os seus significantes particulares e distanciando os gestos de uma verdadeira ordem simbólica. O comportamento atual de muitos presbíteros e leigos durante a celebração dos sacramentos mostra-se fundamentalmente mágico e pouco religioso (P. D’Ors).
Talvez, o problema esteja na própria questão simbólica, pois um símbolo que deixa de significar torna-se magia. Os automatismos irracionais e os espetáculos narcisistas revelam que o importante e essencial nos sacramentos não é a graça, mas a emoção e os seus efeitos provocados na “alma”. Com efeito, fórmulas automáticas, obedecendo a impulsos mágicos e a simbolismos vazios, não formam comunidade e nem formam a comunidade, no máximo, transformam as nossas assembleias em sanatórios públicos.
A liturgia não consiste em nos encher de um sentimento do sagrado, no meio de arrepios e pressentimentos, mas em nos colocar diante do gume afiado da Palavra de Deus. Ela não consiste em nos colocar num ambiente de solenidade e de beleza para que nos recolhamos e meditemos em paz, mas em nos introduzir no “nós” dos filhos de Deus e, assim, na Kenosis de Deus (RATZINGER, 2012, p. 175).
A magia é o oposto à lógica dos sacramentos porque pretende ter um poder sobre Deus e um controle sobre as suas ações. O sacramento não é um rito mágico: é um encontro com Jesus Cristo. É Ele que está junto de nós e nos acompanha (DD 12). Dessa forma, mesmo que mínima, a compreensão do que se celebra é essencial. A participação deve ser ativa e consciente (SC 14). Sem a formação a participação nos sacramentos torna-se deformada e estéril. A consciência do agir sacramental é fundamental para que a “vivência” não seja resultado de um inconsciente coletivo, marcadamente subjetivo e fortemente influenciável por “gurus” encontrados por todas os lados.
Uma lógica consumista e mercantil também marca a “administração” e a “recepção” dos sacramentos. Existe uma forma de “sacramentalização” que não evangeliza (EG 63). Na consumação sacramental não se constrói os vínculos da comunidade e nem se forma a Igreja. O objetivo é apenas a realização do eu e das minhas necessidades votivas. Nos espaços que as coisas são apenas exauridas e consumidas, a permanência não é possível. São nesses espaços que os ritos desaparecem e os símbolos não significam. Neles também existe sempre a necessidade de algo novo ou da invenção de formas novas para serem consumidas (“criatividade selvagem”).
O processo de internalização narcisística desenvolve uma hostilidade à forma e a formação. Tudo é condenado em prol do estado subjetivo-emotivo. Além disso, a consumação destrói a duração com o intuito de produzir mais ou de forçar mais o consumo. Por exemplo, por vezes, encontramos missas que parece que nunca terminam. Na tentativa de potencializar a mercadoria se abusa da emocionalização, da estetização e do tempo, facilitando que toda relação esteja cada vez mais perdida (HAN, 2021, p. 12-17).
Outro aspecto que influi na celebração dos sacramentos é consequência de uma doença estrutural na Igreja: o clericalismo. O clericalismo está tão arraigado em nossas estruturas e em nosso modo de pensar que quase não conseguimos imaginar como as coisas poderiam ser de outra forma. Ele distorce o sentido ministerial, corrompe o coração do ministro e perverte seu modo de pensar (MARQUES, 2021, p. 197). O clericalismo nasce de uma visão elitista e exclusivista da vocação, que interpreta o ministério recebido como poder a ser exercido. Ele subestima a graça batismal do povo de Deus (FRANCISCO, 2018).
Jamais se pode pensar em servir a missão da Igreja cultivando a arrogância, seja como indivíduos seja através dos organismos, com a altivez de quem distorce até o dom dos sacramentos e as palavras mais autênticas da fé cristã como se fossem um espólio que ganhamos (FRANCISCO, 2020).
Diante de um racionalismo sem forma e de um sentimentalismo sem conteúdo, extremamente devocionalista e clericalista, como outrora fizera o Movimento Litúrgico, devemos reagir para recuperar a forma saudável da dinâmica simbólica-ritual dos sacramentos.
O que sentiríamos nós se o Senhor Ressuscitado nos dissesse: continuai as vossas atividades eclesiais e as vossas liturgias, mas eu não vou estar presente e a agir nos vossos sacramentos! Dado que, quando tomais as vossas decisões, vos baseais em critérios mundanos e não evangélicos eu afasto-me totalmente... Tudo seria vazio, privado de sentido, mais não seria do que pó (FRANCISCO, 2019).
Uma das melhores descobertas do Movimento Litúrgico e, por consequência, da Sacrosanctum Concilium foi aprofundar que o encontro com o mistério de Cristo acontece na celebração ritual dos sacramentos (SC 48). No âmbito ritual, as “coisas” não são consumidas ou exauridas, mas celebradas. O encontro com Cristo acontece nos sacramentos e não simplesmente através dos sacramentos. Essa mudança é fundamental para compreender o sentido mais verdadeiro dos sacramentos. Permanecer na ideia de que os sacramentos são meios que causam a graça é continuar numa leitura superficial e pouco eficaz.
A força de um Encontro
O entendimento ritual da questão sacramental sublinhou que o princípio inspirador e teológico deve ser sempre o Mistério Pascal de Cristo, primeiro sinal sacramental da salvação do homem, e a Igreja, sacramento de salvação. Consequentemente, fortalece-se a necessidade da Palavra de Deus, da dimensão eclesial e da compreensão do organismo sacramental. Nesse sentido, a reflexão geral sobre os sacramentos, graças aos estímulos que vinham da teologia litúrgica e da análise antropológica do rito, passou a reconhecer os aspectos problemáticos seguidos pela sacramentária fundamental. Assim, emerge que a essência dos sacramentos ou a natureza, como mostra SC 59, consiste no caráter de ser sinal sensível e eficaz da graça que tem como autor Jesus Cristo, inseparável da Igreja, que é cabeça e esposo.
A atuação da graça sacramental acontece no espaço-tempo totalmente humano e totalmente divino da celebração litúrgica. Como não acontece sacramento sem Cristo e sem a Igreja, não existe sacramento sem um concreto ato ritual que envolve o homem concreto em uma condição humana concreta. Para redescobrir o gênero ritual do sacramento é preciso renunciar a oposição entre revelação de Deus e resposta do homem. Diante dos desafios lançados pelos movimentos atuais, não podemos somente desenvolver uma postura defensiva de estilo apologético, mas uma atitude pedagógica, sobretudo, dando atenção ao corpo, ao movimento, à expressão, ao jogo e à festa.
A presença viva do cordeiro verdadeiro, Jesus Cristo, que “morrendo destruiu a morte e ressurgindo deu-nos a vida”, faz que a ação litúrgica festeje a presença de Deus na história do seu humano: sem o coração pulsante de Cristo não há qualquer ação litúrgica. É do encontro com Cristo nas ações litúrgicas que se vive um processo de transformação do coração humano e de antecipação da plenitude da vida em Deus no hoje da salvação (VIERA, 2022, p. 89)
Na Eucaristia e em todos os sacramentos é-nos garantida a possibilidade de encontrar o Senhor Jesus e de ser alcançados pela potência da sua Páscoa. A potência salvífica do sacrifício de Cristo, de qualquer das suas palavras, de todos os seus gestos, olhares, sentimentos alcança-nos na celebração dos sacramentos. Eu sou Nicodemos e a Samaritana, o endemoninhado de Cafarnaum e o paralítico em casa de Pedro, a pecadora perdoada e a hemorroíssa, a filha de Jairo e o cego de Jericó, Zaqueu e Lázaro, o ladrão e Pedro perdoados (DD 11).
O encontro com Cristo nas ações litúrgicas é o caminho para superar uma visão racional e somente devocional da vivência sacramental. A fé cristã ou é encontro com Ele vivo, ou não é. É aqui que reside toda a poderosa beleza da Liturgia. O verdadeiro encontro com Ele acontece na comunidade que celebra e canta os divinos louvores (SC 7). Não é uma adesão mental ao seu pensamento ou a subscrição de um código de comportamento imposto por Ele: é o imergir-se na sua paixão, morte, ressurreição e ascensão (DD 8-12). O encontro com Deus não é fruto de uma individual busca interior d’Ele, mas é um dom recebido. Assim, graças a esse encontro que o homem se torna plenamente homem (DD 33).
A grandeza da encarnação de Deus na história é recordada por via sacramental. A encarnação para além de ser o único acontecimento novo que a história conhece, é também o método que a Santíssima Trindade escolheu para nos abrir a via da comunhão (DD 10). A encarnação de Jesus Cristo é uma negação de toda a tentativa de chegar ao Pai por meio da mágica ou da especulação racionalista. Efetivamente, na liturgia temos elementos que são opostos a abstrações espirituais: pão, vinho, azeite, água, perfume, fogo, cinzas, pedra, tecido, cores, corpo, palavras, sons, silêncios, gestos, espaço, movimento, ação, ordem, tempo, luz. Toda a criação é manifestação do amor de Deus: desde que o mesmo amor se manifestou em plenitude na Cruz de Jesus, toda a criação é atraída por Ele (DD 42).
Essas evidências nos ajudam a sair do mínimo necessário para entrar no máximo gratuito. A lógica do mínimo necessário, introduzida ao longo pela tradição teológica, consiste em pensar os sacramentos apenas como fórmula, matéria e ministro. As palavras devem ser as mais corretas possíveis, a matéria não pode ser outra e o ministro deve estar de acordo com a intenção da Igreja. Nessa lógica não se celebra, se finge celebrar, mantendo do rito apenas os momentos essenciais. Uma impostação minimalista diminui a força celebrativa, a participação ativa e a formação necessária para a vivência ritual da fé. O minimalismo sistemático faz com que os sacramentos sejam plenos de simbolismos vazios que não revelam Jesus, antes servem para nos afastar Dele. Sair da lógica do mínimo necessário, entrar na lógica do máximo gratuito significa respeitar os sacramentos por aquilo que são: não atos obrigatórios, mas, acima de tudo, atos gratuitos, onde faço a experiência real do Dom (GRILLO, 2022, p. 97).
Conclusão
O núcleo sacramental da ação ritual-simbólica consiste em propiciar a acolhida da graça. Na acolhida da graça dizemos que os sacramentos são encontros reais com o Cristo vivo e atuante no hoje da história. O Senhor Jesus continua a perdoar-nos, a curar-nos, a salvar-nos com a potência dos seus sacramentos (DD 11). Dessa maneira, a ação ritual simbólica não pode se perder na dinâmica moral-jurídica e nem na dinâmica psicológico-emotiva. A Kenosis de Jesus, revelada na celebração dos sacramentos, impulsa a comunidade a comprometer-se com o outro, a fim de oferecer a graça procedente da generosidade divina. O desejo livre de encontrar com Jesus nos ajuda renunciar a lógica comercial, a mágica dos sacramentos e nos conduz à construção do Reino de Deus.
Não se pode considerar a ação litúrgica como a simples moldura de um evento dogmático, mas como aquele âmbito comunicativo complexo, no qual o evento do mistério pascal se realiza de modo simbólico-ritual, envolvendo todo o corpo do sujeito em uma dinâmica que requer inteligência sensível e sensibilidade inteligente(GRILLO, 2017, p. 30).
A valorização do encontro com Cristo nos sacramentos contribui para uma compreensão de Igreja que vai além da concepção objetivista ou apologética moderna: a Igreja é sacramento de salvação, instrumento da íntima união com Deus e da unidade de todo o gênero humano (LG 1). Consequentemente, redescobre-se que os sacramentos não podem ser limitados nos seus aspectos administrativos, jurídicos-morais e institucionais. Com isso, evita-se uma concepção marcadamente individualista e uma visão meramente ascética-espiritualista em que o sentimento subjetivo é a razão fundamental do agir sacramental. Enfim, se descobre que o valor simbólico dos sacramentos não pode se afastar da realidade humana. O símbolo não simplesmente indica a presença real de alguma coisa além dele, mas nele está a coisa que indica. O símbolo, de fato, não simboliza alguma coisa: reenviando a algo além de si (significantes) como um conceito abstrato (significado). Ele não é alegoria, mas imagem de um conteúdo mais amplo e profundo (BIANCU-GRILLO, 2013, p. 71-77)
A liturgia é a escola da gratidão, da relação, do propósito e da caridade. A liturgia é escola da verdade, da transcendência e do sentido da vida. A ação ritual, como forma de vida batismal, é a nossa fonte de sensibilidade e emoção. No entanto, ela não diz “eu”, mas “nós”. A Liturgia não nos deixa sós na busca individual de um suposto conhecimento do mistério de Deus, mas toma-nos pela mão, juntos, como assembleia, para nos conduzir para dentro do mistério que a Palavra e os sinais sacramentais nos revelam. O fazer litúrgico está em coerência com o agir de Deus, segue a via da encarnação, através da linguagem simbólica do corpo que se prolonga nas coisas, no espaço e no tempo (DD 19).
Portanto, é o rito litúrgico ou a ação ritual, na sua total inteireza, nobre e simples, que sustenta o intelecto e a razão no campo do encontro/desencontro do espaço e do tempo, dando total plenitude ao humano e forma ao espírito. O rito é a eficaz visibilidade da palavra do Evangelho. É na ação ritual dos sacramentos que encontramos uma vida realmente inesgotável, disposta à contínua conversão e a doação de vida.
Paz e bem.
Referências
BIANCU, S; GRILLO, A. Il simbolo. Una sfida per la filosofia e per la teologia. Roma: San Paolo, 2013, p. 71-77.
D’ORS, P. Habrá en la Iglesia alguien que se atreva? Disponível em: https://www.vidanuevadigital.com/tribuna/habra-en-la-iglesia-alguien-que-se-atreva-pablo-dors-sacerdote-y-escritor/. Acesso em: 01 maio 2023.
FRANCISCO, “Carta ao povo de Deus”, 20-08-2018.
FRANCISCO, “Encontro com o clero da diocese de Roma”, 07-03-2019.
FRANCISCO, “Mensagem às Pontifícias Obras Missionárias”, 21-05-2020.
FRANCISCO, Carta Apostólica Desiderio Desideravi. Brasília: CNBB, 2022.
GRILLO, A. Para além de Pio V. A Reforma Litúrgica após a Tradicionis Custodes. São Paulo: Paulus, 2022.
GRILLO, A. Ritos que educam. Brasília: CNBB, 2017.
GUEIRUGA, A. Los sacramentos: acontecimiento real vs. simbolismo vacío o magia oculta, in Concilium, n. 344, fev./2012, p. 37-50.
HAN, B. O desaparecimento dos rituais. Petrópolis: Vozes, 2021.
MARQUES, L. A desordem da Ordem no Sacramento da Penitência, Revista Encontros Teológicos, v.36, n.1, jan./abr. 2021, p. 191-214. Cf. também: MARQUES, L. A pandemia e o clericalismo, in Revista Eclesiástica Brasileira, n. 323, set./dez. 2022, p. 569-590.
RATZINGER, J. Le catholicisme après le Concile, in La Documentation Catholique, n. 2484, 2012, p.172-182.
VIERA, M. Encontro e presença nas ações litúrgicas: perspectivas do Vaticano II, in Atualização Litúrgica 5. São Paulo: Paulus, 2022, p. 83-102.
* Frade Menor Conventual, Doutor em teologia sacramental, Vice-presidente da ASLI e Membro do Centro de Liturgia Dom Clemente Isnard.