QUARESMA: UM TEMPO PARA AMAR

QUARESMA: UM TEMPO PARA AMAR

 

                                                                                                              

Frei Davi Maria Santos, O. Carm¹

Sem. Roberto Sandoval Junior²

Introdução 

O Ano Litúrgico, em todas as celebrações que o constituem, é um tempo propício para amar e ser amado. É nele que Jesus Cristo torna-se presente e atuante na sua Igreja. É uma via de descoberta do amor de Deus pela humanidade. Um tempo cronológico para redescobrir a graça de Deus. É nesse mistério da fé que a Igreja se envolve e se conforma através da Liturgia. “O seu fundamento bíblico-teológico radica na celebração e atualização do Mistério de Cristo no tempo” (Cordeiro, 2014, p. 102).

O Natal e a Páscoa formam dois grandes pilares do Ano Litúrgico e exigem preparação. No Advento, fazendo memória da dupla vinda de Cristo, nos preparamos para a celebração da encarnação do Senhor. A Quaresma chamando-nos a conversão e a mudança de vida aponta para a Páscoa do Senhor, mistério de libertação e vitória do mal, do pecado e da morte. Não há Natal sem Advento, nem Páscoa sem Quaresma. 

O tempo quaresmal, iniciando na Quarta-Feira de Cinzas e termina na quinta-feira da Semana Santa com a celebração do início do Tríduo santo da Páscoa, exclusive, é um tempo de peregrinação no deserto para redescobrir a comunhão com Deus. A Quaresma, muito mais do que um tempo de penitência, de privação ou abstinências severas, é um momento de encontro com aquele que é a razão e o centro de nossa fé: Jesus Cristo. A penitência quaresmal nos educa a ouvir mais a Palavra de Deus, a vivenciar com maior frequência a experiência da oração e a praticar a caridade como resposta ao reconhecimento do amor de Deus. Diante disso, não é um tempo de práticas pesadas, impessoais e impossíveis. “O fazer penitência não é uma mortificação, mas uma vivificação do Espírito e do seu santo modo de operar” (Marques, 2024).     

 

1-    Da sagrada Escritura aos séculos eclesiais 

Nas Sagradas Escrituras, o número 40 aparece de forma abundante: os dias do dilúvio (Gn 6-9); a peregrinação de Moisés no Sinai (Êx 15ss); a travessia do povo no deserto (Ex 15, 22-18,27); a peregrinação de Elias até o monte Horeb (Ire 19,1-21); o período penitencial dos ninivitas ao ouvirem a pregação de Jonas (Jn 3,1-4,10); os dias de jejum que Jesus passa no deserto sendo conduzido pelo Espírito (Mt 4,1-11; Mc 1,12-13; Lc 4,1-13). Aproveitando da contagem bíblica, a Igreja elegeu um tempo de preparação para a Páscoa com duração de 40 dias. 

A Quaresma é o resultado de um longo processo de sedimentação de três itinerários litúrgico-sacramentais: a preparação imediata dos catecúmenos para os sacramentos de iniciação, a penitência pública e a participação da comunidade cristã nos dois anteriores como preparação para a Páscoa (Martín, 2022, p. 373). 

O Sacramentário Gelasianum, do século VIII, testifica que a Liturgia da Quaresma é fortemente marcada por termos catecumenais, isto é, a Liturgia celebrada neste Tempo é uma ação de graças fortemente mistagógica. Como o aspecto principal do tempo quaresmal era penitencial, sobretudo, o jejum, a mistagogia ficou em segundo plano. A partir do século VI, a Quaresma tomou uma forma mais alargada e se introduziu os domingos, também chamados de septuagésimo, sexagésimo e quiquagésimo. No século IX, encontramos documentado em Roma, com a decaída da penitência pública a notícia da distribuição das Cinzas na mesma data que hoje celebramos. Após a segunda metade do século XV, a Quarta-feira de Cinzas já aparece em alguns Missais e, em 1570, com a unificação dos Missais, o uso das Cinzas é prescrito antes da celebração. 

A Quaresma deve ser considerada não somente como uma preparação para a Páscoa, mas como uma verdadeira e própria iniciação sacramental para ela, isto é, um caminho de fé fundado na escuta da Palavra de Deus e nos sinais sacramentais realizados na assembleia litúrgica, que se articula em etapas (os graus) de penetração e de aprofundamento progressivo do mistério celebrado (Augé, 2019, p. 191).

A Quaresma não possui outro objetivo senão, preparar, reeducar e nos conduzir ao Cristo Ressuscitado, isto é, a Páscoa. É com esse desejo que se fala na Quaresma como um Tempo de conversão e mudança interior dos atos. Foi justamente esse o motivo pelo qual também, os padres do Movimento Litúrgico, se dedicaram laboriosamente ao estudo da Quaresma e a apresentá-la como um forte tempo de formação mistagógica para a Páscoa. A motivação quaresmal é motivação pascal na qual recordamos que Cristo venceu a morte, destruiu o pecado e deu-nos vida com sua própria vida. A melhor maneira de entender o percurso quaresmal é à luz da Páscoa. “Reduzir a experiência quaresmal a uma mera prática ascética vivenciada apenas em certas épocas do ano é fazer dessa experiência tradição, hábito e convenção religiosa-social” (Marques, 2024). 

 

2-    “Guiados” pela Coleta da Missa 

Na temporalidade terrena celebramos os Mistérios do Senhor que apontam para uma realidade atemporal, isto é, a vida eterna, realidade que não possui fim. A Liturgia não apenas é obra do homem, opus homini, mas em primeiro lugar, é sempre obra de Deus, opus Dei, pois é sempre Ele Quem a realiza, e como que num gesto de amor, abre-nos o espaço trinitário para que possamos habitar e experimentar a beleza de uma profunda relação amorosa. Toda a celebração eucarística constitui uma perícorese, ou seja, nela a Trindade está em contínuo movimento. É oração Coleta que a assembleia vem inserida nesta profunda relação de amor. A Igreja, para auxiliar os fiéis numa melhor compreensão e na mais autêntica celebração, na oração Coleta, presente nos ritos iniciais da celebração eucarística, nos oferece um breve espaço de silêncio. 

A oração Coleta das Missas custodiam um verdadeiro tesouro orante e histórico na celebração do Memorial da Páscoa do Senhor no decorrer do Ano Litúrgico. Em algumas delas, encontramos pequenas preces que pertencem aos primeiros séculos do Igreja, a chamada era dos Padres; em outras, os anos da escolástica e assim por diante. Portanto, 

As orações Coleta têm suas fontes compositivas nas melhores e mais célebres escolas espirituais e teológicas conhecidas na época em que foram compostas e se encontram embebidas dos processos iniciáticos catecumenal e mistagógico [...] nos textos litúrgicos sempre encontraremos a Igreja, os fiéis, o povo, o nós, porque na celebração litúrgica nunca há uma oração pessoal ou individual. Ao longo da eucologia, a Igreja sempre reza no plural (Marques, 2023, p. 65).

Nesta oração pedimos aquilo que é necessário para se viver bem cada Tempo e cada celebração. Essa oração é ponto de encontro ministerial, nela está a prece orante e silenciosa da comunidade sacerdotal, corpo místico do Senhor, e a apresentação e pedido para que seja ouvida por Deus Pai que o presbítero, em nome do seu povo reza. Por esta eucologia inicial a comunidade é introduzida na celebração do dia, e guiada inicialmente para a escuta da Palavra e a Fração do Pão. 

Função específica da coleta da Missa é, pois, a de criar o ambiente espiritual em que a assembleia reunida se sinta estimulada a escutar a Palavra de Deus e a celebrar a eucaristia; por isso, a coleta não rara exprime, muito sinteticamente, um pensamento central da festividade do dia ou de determinado tempo litúrgico (Augé, 1992, p. 422).

As Coletas da Quaresma, em especial, dos Domingos, manifestam os pedidos sinceros a Deus para uma boa preparação para a Páscoa de Seu Filho. 

 

3-    Na fonte das Coletas dominicais da Quaresma 

A palavra Domingo deriva de um adjetivo grego Κυριακή que significa (do Senhor), em latim, Domingo, se traduz por Dominicus dies (o dia do Senhor). No Domingo, a comunidade dos batizados celebra o dia de Cristo. Nesse sentido, o Domingo é sempre Páscoa, em qualquer dia do Ano Litúrgico, pois, na celebração dominical, e não apenas, o corpo místico do Senhor faz a experiência de encontro com Jesus Ressuscitado. Na tradição da Igreja, o Domingo é também chamado por outros nomes que apontam para a sua importância, tais como, “o primeiro dia da semana, o oitavo dia, o dia que não conhece ocaso, o dia do Senhor, o dia da Ressurreição, o dia do sol, o dia dos sacramentos, o dia da assembleia” (Cordeiro, 2025, p. 58). 

O domingo é o germe e, ao mesmo tempo, a síntese do Ano Litúrgico. A partir dele, com efeito, evolui todo o Ano Litúrgico cristão e nele, enquanto sede originária e permanente da celebração litúrgica pascal realizada na Eucaristia, se recolhe e se encontra todo o valor santificador do Ano Litúrgico (Marsili, 2010, p. 599). 

            As Coletas das Missas dominicais no Tempo da Quaresma, são fontes de formação para a vida espiritual de todos os fiéis. Nestas pequenas eucologias a assembleia apresenta seus mais sinceros desejos de uma boa celebração e preparação para o Tempo que se aproxima[1].  

      Coleta do primeiro Domingo


Deus todo-poderoso, através dos exercícios anuais do sacramento da Quaresma, concedei-nos progredir no conhecimento do mistério de Cristo e corresponder-lhe por uma vida santa. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos. 

Fragmentos em latim: Concede nobis, o. d., ut, per annua quadragesimalis exercitia... arcanum, et effectus eius digna conversatione sectemur. 


 

Cf: GeV: Sacramentarium Gelasianum (ed: 1960) página 104;

Cf: MR: Missal Romano (1970) página 184;

Cf: MR: Missal Romano (1975) página 184; 

Cf: MR: Missal Romano (1992) página 181;

Cf: MR: Missal Romano (2023) página 170. 

No primeiro Domingo celebra-se ainda o rito de eleição ou da inscrição do nome dos catecúmenos que vigília Pascal serão admitidos aos sacramentos da Iniciação Cristã. 

      Coleta do segundo Domingo


Ó Deus, que nos mandais ouvir o vosso Filho amado, alimentai-nos com a vossa palavra, para que, purificado o olhar de nossa fé, nos alegremos com a visão da vossa glória. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.

Fragmentos em Latim: D., qui nobis Filium tuum audire praeceptisti, verbo tuo... ut spiritali purificato intuitu, gloriae tuae laetemur aspecto.


 

Cf: LMS: Liber Mozarabicus Sacramentorum (1912) página 385;

Cf: MR: Missal Romano (1970) página 192;

Cf: MR: Missal Romano (1975) página; 192;

Cf: MR: Missal Romano (1992) página 188;

Cf: MR: Missal Romano (2023) página 178.

 

      Coleta do terceiro Domingo


Ó Deus, autor de toda misericórdia e bondade, que indicastes o jejum, a oração e a esmola como remédio contra o pecado, acolhei benigno esta confissão da nossa humildade, para que, reconhecendo as nossas faltas, sejamos sempre regenerados pela vossa misericórdia. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.

Fragmentos em latim: D., ominium misericirdiarum et totius bonitatis auctor, qui peccatorum... inclinamur conscientia nostra, tua semper misericórdia sublevemur.


 

Cf: GeV: Sacramentarium Gelasianum (1960) página 249;

Cf: MR: Missal Romano (1970) página 200;

Cf: MR: Missal Romano (1975) página 200;

Cf: MR: Missal Romano (1992) página 196;

Cf: MR: Missal Romano (2023) página 186. 

No terceiro Domingo, seguindo os passos iniciados já no primeiro Domingo, celebra-se o primeiro escrutínio em preparação ao Batismo que se realizará na Vigília de Páscoa e a admissão os sacramentos de Iniciação.

 

      Coleta do quarto Domingo 


Ó Deus, que por vossa Palavra realizais de modo admirável a reconciliação do gênero humano, concedei ao povo cristão correr ao encontro das festas que se preparam, cheios de fervor e exultantes de fé. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.

Fragmentos em latim: D., qui per Verbum tuum humani generis reconciliationem... devotione et alacri fide ad ventura sollemnia valeat festinare.


 

Cf: PL: São Leão Magno, sermão 40 (54,270);

Cf: GeV: Sacramentarium Gelasianum (1960) página 178;

Cf: MR: Missal Romano (1970) página 208; 

Cf: MR: Missal Romano (1975) página 208;

Cf: MR: Missal Romano (1992) página 204;

Cf: MR: Missal Romano (2013) página 195. 

Na Celebração do quarto Domingo, seguindo os passos iniciados no primeiro Domingo e continuados do terceiro, celebra-se um segundo escrutínio em preparação ao Batismo dos catecúmenos que se realizará na Vigília de Páscoa e a admissão os sacramentos de Iniciação.

      Coleta do quinto Domingo 


Senhor nosso Deus, dai-nos por vossa graça caminhar com alegria na mesma caridade que levou o vosso Filho a entregar-se à morte no seu amor pelo mundo. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.

Fragmentos em latim: Q., Dne, D. noster, ut in illa caritate, quaFilius tuus diligens... se tradidit, inveniamur ipsi, te opitulante, alacriter ambulantes. 


Cf: LMS: Liber Mozarabicus Sacramentorum (1912) página 706;

Cf: MR: Missal Romano (1970) página 216;

Cf: MR: Missal Romano (1975) página 216;

Cf: MR: Missal Romano (1992) página 212;

Cf: MR: Missal Romano (2013) página 204.

No quinto Domingo, celebra-se o terceiro escrutínio em preparação ao Batismo dos catecúmenos que acontecerá na Vigília Pascal como também celebração dos demais sacramentos de Iniciação. 

      Coleta do Domingo da Paixão (sexto Domingo da Quaresma)


Deus eterno e todo-poderoso, para dar ao gênero humano um exemplo de humildade, quiseste que o nosso Salvador assumisse a condição humana e morresse na cruz. Concedei-nos aprender os ensinamentos de sua paixão e participar de sua ressurreição. Ele, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos. 

Fragmentos em latim: O. s. D., qui humano generi, ad imitandum humilitatis exemplum, ... habere documenta et resurrectionis consrtia mereamur. 


 

Cf: BRUY: Les Oraisons du Missel Romain (1952) página 783;

Cf: PAD: Sacramentaire Grégorien (1992) página 312; 

Cf: GeV: Sacramentarium Gelasianum (1960) página 329; 

Cf: MR: Missal Romano (1962) página 845;

Cf: MR: Missal Romano (1970) página 234;

Cf: MR: Missal Romano (1975) página 234;

Cf: MR: Missal Romano (1992) página 230;

Cf: MR: Missal Romano (2023) página 225.

            A oração Coleta, em todo o Ano Litúrgico, é um convite a uma prece sincera e eclesial, para que nada se opondo ao amor de Cristo, o possamos celebrar na Liturgia. Nesta pequena eucologia, a comunidade dos batizados encontra aquilo que é essencial para sua ação de graças ao Pai, no Filho, pelo Espírito, pois, “onde o olhar em Deus não é decisivo, todo o resto perde sua orientação” (Ratzinger, 2019, p. 13).

 

Conclusão 

“Andai em amor, assim como Cristo vos amou e se entregou por nós a Deus” (cf. Ef 5,2), é a exortação que o apostolo Paulo dirigiu a comunidade de Éfeso e a Igreja nos oferece hoje. Com este exercício de amor, façamos o verdadeiro sentido do itinerário quaresmal. O caminho quaresmal é a essência do amor de Cristo por nós que se dá em uma entrega carnal pelo outro, destarte, poderemos converter nosso coração para celebrarmos juntos a Festa Maior.  Bento XVI em sua Carta Encíclica “Deus Caritas Est”, mostra que o amor é oferecido a todos, porém, somente quando a Alma e o Corpo se fundem de forma sincera, o homem alcança sua plenitude, permitindo a existência do amor em sua maior dimensão. Sendo assim, o amor está ligado a liberdade interior, que por sua vez o ser humano escolhe o caminho a ser trilhado. 

            A Quaresma é um tempo necessário e não apenas uma fase da liturgia da Igreja. É um tempo essencial e atual. É sinal sacramental da nossa conversão. “Neste tempo a Igreja nos educa para abandonar a escravidão e passar da morte à vida, do ódio ao amor. Isso não é um caminho abstrato, mas concreto, pleno, corporal, ritual e orante” (Marques, 2024). Quando aquele que ama escolhe a trilha do amor, ele culmina na reeducação litúrgica, suscitada pelo Espírito Santo no seio da Igreja. Quando atingirmos a consciência “plena, ativa e frutuosa”, o corpo místico poderá de fato viver o tempo quaresmal como forma de amar. Esse amor leva a nossa transfiguração, uma purificação do nosso olhar como já mencionado na oração coleta do Segundo Domingo da Quaresma. 

            Por último, inspirados na eucologia da segunda-feira da Primeira Semana da Quaresma, asseveremos a importância da reeducação litúrgica para vivência da quaresma como um tempo propício para amar, somos convidados a converter-nos através do esforço quaresmal, instruindo nossas mentes para que possamos sentir o auxílio Divino na alma e no corpo para alegrarmos, ou seja, amarmos com a plenitude da redenção (cf. MR, 2023). Assim, façamos da nossa quaresma: um tempo para amar

 

Referências bibliográficas

ANTOLOGIA LITÚRGICA, Textos Litúrgicos, Patrísticos e Canónicos do primeiro Milénio. Fátima: Secretariado Nacional de Liturgia, 2015.

AUGÉ, Matias. ANO LITÚRGICO. É o próprio Cristo presente na sua Igreja. São PauloPaulinas, 2019.

AUGÉ, Matias – In: DICIONÁRIO DE LITURGIA. São Paulo: Paulus, 1992. 

Bento XVI. Carta Encíclica DEUS CARITAS EST. São Paulo: Paulus, 2006.

BÍBLIA DE JERUSALÉM. São Paulo: Paulus, 2002.

CORDEIRO, Dom José Garcia. CORAÇÕES AO ALTO. Introdução à Liturgia da Igreja. Lisboa: Paulus, 2014. 

CORDEIRO, Dom José Garcia. VADEMECUM DE LITURGIA. São Paulo: edições Fons Sapientae, 2015.

JOHNSON, OSB, Cuthbert. THE SOURGES OF THE ROMAN MISSAL. Proprium de Tempore, Proprium de Sanctis. Roma: Sagrada Congregação do Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos,1996.

MARSILI, Salvatore. SINAIS DO MISTÉRIO DE CRISTO. Teologia Litúrgica dos Sacramentos, Espiritualidade e Ano Litúrgico. São Paulo: Paulus, 2010. 

MARTÍN, Julián López. A LITURGIA DA IGREJA. Teologia, História, Espiritualidade e Pastoral. Petrópolis: Vozes, 2022.

MARQUES, L. Quaresma: um tempo necessário. Disponível em: https://www.asli.com.br/artigos/quaresma--tempo-necessario-e-atual. Acesso: 01/03/2024. 

MARQUES, L. A MISTAGOGIA DA MISSA. NOS RITOS E NAS PRECES. Petrópolis: Vozes, 2023. 

MISSAL ROMANO. São Paulo: PAULUS, 1992.

MISSAL ROMANO. Brasília: Edições CNBB, 2023.

RATZINGER, Joseph. TEOLOGIA DA LITURGIA. O FUNDAMENTO SACRAMENTAL DA EXISTÊNCIA CRISTÃ. Brasília: Edições CNBB, 2019. 

SACROSANCTUM CONCILIUM – SC - In: Enquirídio dos Documentos da Reforma Litúrgica. Fátima: Secretariado Nacional de Liturgia, 2014.  

SCHILLEBEECKX, Edward. CRISTO SACRAMENTO DO ENCONTRO COM DEUS. Petrópolis-RJ: Vozes, 1967.

 
Indique a um amigo