De 28 a 30 de agosto, diversos membros da Associação dos Liturgistas do Brasil (ASLI) participaram do CONGRESSO INTERNACIONAL TEOLÓGICO LITÚRGICO promovido pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS).
Tendo como tema “Missal Romano, matriz da oração e expressão da fé: conjugação entre lex orandi e lex credendi”, o congresso contou com diversas conferências e pequenos seminários, permeado por celebrações que fizeram do evento um verdadeiro locus liturgicus.
O principal conferencista foi Dom Aurelio García Macías, bispo espanhol que é o atual subsecretário do Dicastério para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos (Vaticano), doutor em Liturgia e professor no Pontifício Instituto Litúrgico Santo Anselmo (Roma). Dom Aurelio brindou a todos com reflexões profundas e provocadoras sobre os desafios da formação litúrgica na atualidade e sobre a unidade do Missal Romano como tradição ininterrupta da lex orandi da Igreja.
O presidente da ASLI, Dom Jerônimo Pereira, OSB, abriu os trabalhos do congresso com uma rica exposição intitulada “Percursos e Percalços da Teologia Litúrgica” e, em uma segunda conferência, sobre o caminho da formação litúrgica percorrido no Brasil.
Outras conferências foram: “Liturgia, celebração do Mistério Pascal e antídoto contra o veneno da mundanidade espiritual”, proferida por Dom Antônio Catelan, bispo auxiliar da Arquidiocese do Rio de Janeiro; “O Rito em que habitamos: dimensões antropológicas do rito”, apresentada por Frei Luiz Carlos Susin, OFMCap.; e “O processo de tradução da 3ª Edição Típica do Missal Romano para o Brasil”, por Dom Frei Aloísio Alberto Dilli, OFM. Houve ainda uma vivência litúrgica conduzida por Pe. Marlon Ramos Lopes.
O Monsenhor João Alves Guedes, da Arquidiocese de Niterói e membro da ASLI, definiu o evento como um momento forte, capaz de nos trazer o \'sentire cum Ecclesia\'. Vi, palpei, degustei e me emocionei com tudo o que ouvi, vi, senti e recebi durante este evento. Foi uma epifania do sagrado, do próprio tempo sinodal e dos 60 anos da Sacrosanctum Concilium\", destacou.
Para Dom Jerônimo, conferencista e presidente da ASLI, o congresso “foi um apelo à formação intelectual para e pela Liturgia”.



De 28 a 30 de agosto, diversos membros da Associação dos Liturgistas do Brasil (ASLI) participaram do CONGRESSO INTERNACIONAL TEOLÓGICO LITÚRGICO promovido pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS).
Tendo como tema “Missal Romano, matriz da oração e expressão da fé: conjugação entre lex orandi e lex credendi”, o congresso contou com diversas conferências e pequenos seminários, permeado por celebrações que fizeram do evento um verdadeiro locus liturgicus.
O principal conferencista foi Dom Aurelio García Macías, bispo espanhol que é o atual subsecretário do Dicastério para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos (Vaticano), doutor em Liturgia e professor no Pontifício Instituto Litúrgico Santo Anselmo (Roma). Dom Aurelio brindou a todos com reflexões profundas e provocadoras sobre os desafios da formação litúrgica na atualidade e sobre a unidade do Missal Romano como tradição ininterrupta da lex orandi da Igreja.
O presidente da ASLI, Dom Jerônimo Pereira, OSB, abriu os trabalhos do congresso com uma rica exposição intitulada “Percursos e Percalços da Teologia Litúrgica” e, em uma segunda conferência, sobre o caminho da formação litúrgica percorrido no Brasil.
Outras conferências foram: “Liturgia, celebração do Mistério Pascal e antídoto contra o veneno da mundanidade espiritual”, proferida por Dom Antônio Catelan, bispo auxiliar da Arquidiocese do Rio de Janeiro; “O Rito em que habitamos: dimensões antropológicas do rito”, apresentada por Frei Luiz Carlos Susin, OFMCap.; e “O processo de tradução da 3ª Edição Típica do Missal Romano para o Brasil”, por Dom Frei Aloísio Alberto Dilli, OFM. Houve ainda uma vivência litúrgica conduzida por Pe. Marlon Ramos Lopes.
O Monsenhor João Alves Guedes, da Arquidiocese de Niterói e membro da ASLI, definiu o evento como um momento forte, capaz de nos trazer o \'sentire cum Ecclesia\'. Vi, palpei, degustei e me emocionei com tudo o que ouvi, vi, senti e recebi durante este evento. Foi uma epifania do sagrado, do próprio tempo sinodal e dos 60 anos da Sacrosanctum Concilium\", destacou.
Para Dom Jerônimo, conferencista e presidente da ASLI, o congresso “foi um apelo à formação intelectual para e pela Liturgia”.